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Comic Con Portugal – Um olhar pela edição deste ano

Após quatro edições em Matosinhos, a Comic Con Portugal mudou-se, este ano, para o Passeio Marítimo de Algés, num recinto ao ar livre e com cerca de 100 mil metros quadrados. O maior evento nacional de Cultura Pop estendeu-se por quatro dias e trouxe ao nosso país várias figuras importantes, de diferentes áreas, como os actores Dolph Lundgren e Nicholas Hoult ou o criador da banda desenhada ‘Turma da Mônica’, Mauricio de Sousa.

O certame incluiu 10 áreas distintas, a saber: Cinema & TV, Banda Desenhada & Literatura, Gaming, Anime & Manga, Pop Asia & Área Comercial, Mundo do Cosplay, New Media, Música, CCPT Experience e Comic Con Kids. Para além disso, foi possível visitar espaços que abrangiam diversas dessas áreas como o Artists Alley, onde vários talentosos artistas expuseram os seus trabalhos ao nível do desenho ou pintura, assistir a uma versão ao vivo da ‘Cave do Markl’, onde o anfitrião Nuno Markl recebia, à conversa, diferentes convidados nos quatros dias e até visitar uma pequena e bizarra exposição Steampunk.

Fazemos agora um balanço de algumas das áreas em destaque:

 

Cinema & TV

Provavelmente o maior esforço e aposta da organização do evento. A vinda de personalidades internacionais de filmes e séries é sempre a maior curiosidade a cada edição e este ano não foi excepção. Estiveram presentes o actor sueco Dolph Lundgren (eternizado no grande ecrã como o pugilista Ivan Drago de ‘Rocky IV’ ou como o icónico He-Man de ‘Masters do Universo’), o inglês Nicholas Hoult (o Fera dos mais recentes filmes da saga ‘X-Men’ e o zombie com coração de ‘Sangue Quente’) ou o americano Dan Folger (conhecido principalmente como Jacob Kowalski do filme ‘Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los’ e a sua vindoura sequela). Para além dos nomes mais fortes deste ano, também passaram pelos auditórios e zonas VIP de autógrafos os actores Elyes Gabel (o Rakharo de ‘A Guerra dos Tronos’), Dichen Lachman (da série da Netflix, ‘Carbono Alterado’) e o elenco do próximo filme do português Diogo Morgado, ‘Solum’. A tudo isto juntaram-se promoções por todo o recinto a vários filmes ainda por estrear como ‘Aquaman’ e ‘Creed II’, o recém-estreado ‘The Nun – A Freira Maldita’ (num espaço onde era possível a cada visitante deitar-se num caixão) ou séries populares como ‘A Guerra dos Tronos’ e ‘The Walking Dead’.

 

Banda Desenhada & Literatura

Um espaço incontornável ou não dessem os comics o nome a esta versão nacional da convenção que originalmente se realizou pela primeira vez em San Diego, nos Estados Unidos da América, em 1970. Destacaram-se a presença de Chris Claremont, figura incontornável da história da Marvel Comics, essencialmente conhecido pelo seu trabalho durante mais de 15 anos com os X-Men, tendo sido co-criador de personagens como Rogue, Gambit e Mystique e ainda um dos responsáveis pela enorme popularidade de Wolverine. Também presentes estiveram artistas, entre outros, como Mark Waid (trabalhou em BD de ‘Capitão América’), Eddy Barrows (‘Super-Homem’ e ‘Batman’), Yves Sante (‘Blake e Mortimer’) e, sem esquecer, o lendário Mauricio de Sousa, criador da muito popular banda desenhada ‘Turma da Mônica’. Na área da literatura, o destaque foi a presença de Steven Erikson, autor da ‘Saga do Império Malazano’, umas das mais complexas e notáveis obras de fantasia épica.

 

Gaming

Umas das áreas mais concorridas de todo o certame e com uma assinalável oferta de jogos a poder experimentar ou simplesmente assistir. O grande destaque, até pela quantidade de expositores e consolas PS4 com o jogo disponibilizadas, foi o novíssimo ‘Marvel’s Spider-Man’, já aqui analisado na 8.5 Bits. Eram visíveis dezenas de jogadores em diferentes momentos do jogo, uns a comandar Peter Parker, outros em pleno baloiçar de teias pelos arranha-céus de Nova Iorque. Outro espaço com larga afluência foi o de ‘Dakar 18’, ambicioso projecto do estúdio português Bigmoon Entertainment. O jogo oficial do Dakar, que sai perto do final do mês, promete uma aposta no realismo de navegação em open world e esteve disponibilizado para teste em automóveis e motas e em vários sistemas, das consolas aos PCs. De referir ainda que estiveram presentes o lendário piloto finlandês Ari Vatanen (que os mais velhos reconhecerão da conquista de uma campeonato do mundo de ralis e de quatro edições do então Paris-Dakar nas décadas de 80 e 90) e o espanhol Nani Roma (piloto ainda em actividade que venceu o Dakar tanto em motas como em automóveis). Ambos marcam presença no jogo e estiveram a testá-lo, assim como a assinar posters do mesmo para oferecer aos visitantes. De resto, vários outros jogos ainda em versão beta marcaram presença, como FIFA 19 e Hitman 2, e obviamente outros já lançados e muito populares como Fortnite, PUBG ou a mais recente versão de Mario Kart. Por último, é impossível não mencionar o espaço Nostalgica, onde os visitantes puderam reviver ou conhecer clássicos como ‘Street Fighter II’, ‘Virtua Tennis’ ou até o mítico ‘Pong’, tudo em consolas de gerações anteriores, máquinas arcade ou mesmo nos antigos Spectrum e Atari.

 

Cosplay

É certo que o Mundo do Cosplay tinha um espaço próprio, onde era possível, por exemplo, aprender técnicas de maquilhagem com profissionais e alugar um fato à escolha mas a verdade é que os cosplayers estavam por todo o recinto. E ainda bem! Vimos centenas de personagens de filmes, séries, banda desenhada, anime, manga, videojogos… uns mais fielmente reproduzidos, outros só com pouco mais de uma máscara, mas todos entusiasmados por viver esses mesmos personagens, ainda que só por umas horas. Era frequente cruzarmo-nos com casais de Joker e Harley Quinn, Deadpool, assaltantes de ‘La Casa de Papel’, personagens de ‘A Guerra dos Tronos’ e os habituais Stormtroopers do universo ‘Star Wars’.

 

Ficará sempre algo por mencionar mas a verdade é que foi mais uma edição em cheio da Comic Con Portugal, desta vez a sul, mas com o mesmo entusiasmo. Um evento que, pela diversa e assinalável oferta de experiências em várias áreas da cultura pop, promete continuar a interessar miúdos e graúdos.

Teste a ‘Destiny 2: Forsaken’

E é assim que inicia Destiny 2: Forsaken, já disponível para PC, PS4 e Xbox One. O nosso simpático Cayde-6 é morto a sangue frio por Uldren Sov, que regressa após os eventos de The Taken King, uma das expansões do primeiro Destiny. Destiny 2: Forsaken abandona até certo ponto o tom épico das narrativas em que queremos salvar o mundo, ou até mesmo o universo, para se centrar numa simples vingança. O que não é mau, mas já lá vamos.

Para os que ainda não sabem o que é Destiny 2 (já agora, se têm PS4, é este o título que encabeça os jogos do PS Plus deste mês, embora sem as expansões), este é um híbrido entre FPS e MMORPG da Bungie, que produziu a série Halo. O universo de Destiny conta já com um número muito considerável de títulos, pois os dois jogos tiveram já, no seu conjunto, diversas expansões de conteúdo.

Destiny 2: Forsaken é a última dessas expansões, e transforma suficientemente o jogo base para que se justifique fazer-lhe uma nova análise. Ou melhor, não o transforma, como acontece em algumas atualizações de conteúdo aos MMOs em geral, mas acrescenta-lhe muito mais do que simplesmente zonas e armas. Tem novos Strikes, um novo Raid a abrir em breve, The Dreaming City, e um novo modo de jogo, Gambit. Este modo, por si só, quase justifica que se considere este Destiny 2: Forsaken uma expansão que marca um ponto de viragem naquilo que Destiny 2 foi: é um modo cooperativo/competitivo, no qual duas equipas de quatro elementos correm contra o tempo para eliminar inimigos controlados pela inteligência artificial até conseguirem chamar um Boss. A primeira equipa que o derrubar ganha o round, e a partida é à melhor de três. No entanto, e é aqui que a diversão dá um passo ainda mais à frente, de vez em quando somos levados ao cenário onde se encontra a equipa que compete contra nós. Obviamente, o nosso objetivo é atrapalhá-los o mais possível, de preferência matando-os a todos.

Já falámos do antagonista principal da história, mas ele não está só: os Scorn, novos inimigos, não são muito diferentes dos nossos conhecidos Fallen, incluindo nas suas tipologias e habilidades, mas os Baron são as estrelas de Destiny 2: Forsaken. A nossa primeira missão, na qual acompanhamos Cayde-6, passa-se numa prisão da qual Uldren Sov foge, levando com ele os que serão, ao longo da campanha, os tradicionais bosses de final de missão, sendo cada um deles único no seu aspeto, nas táticas que emprega e na forma que temos de os derrotar. A história, como já dissemos, centra-se na nossa vingança, mas revela um pouco do que está para vir nas próximas expansões, mas não o vamos revelar, pois não queremos dar spoilers.  Digamos apenas que, em especial durante algumas cutscenes, os mais atentos repararão que há algo muito maior por detrás do que Uldren fez, ou do que nós faremos. Fica também um elogio ao excelente trabalho, quase cinematográfico, nas animações e nas vozes das inúmeras cutscenes que o jogo nos apresenta. Não estamos ainda perante um argumento digno de ganhar óscares em Hollywood, mas a história e a forma como vai sendo contada é, no mínimo, empolgante.

Aproveitando a deixa, tecnicamente podemos esperar o mesmo que no jogo de base, Destiny 2: grafismo e trabalho de arte excelentes, sonoplastia sem mácula e banda sonora rica, mesmo que não se dê muito por ela, culpa dos tiros e explosões constantes. Se, por acaso, só vão começar a jogar agora, ou se querem tentar uma nova classe, Destiny 2: Forsaken vem com um boost de personagem incluído gratuitamente, que vos levará até ao anterior nível máximo de personagem, 30, e equipamento de nível 320 de Light. Os novos máximos são, respetivamente, 50 e 500, pelo que esta expansão também vos levará a quererem voltar a subir de nível. Apenas um par de notas em relação a estas personagens elevadas a nível 30: em primeiro lugar, cuidado com a vossa escolha, pois saltarão praticamente todo o conteúdo anterior de Destiny 2, que apenas poderão ver numa outra personagem, o que vos pode obrigar a começar de novo; em segundo lugar, o equipamento de 320 Light não é o mais indicado logo para a primeira missão, que é requisito para desbloquear o resto. Concretamente, ficámos encravados no boss final dessa missão porque simplesmente não tínhamos equipamento suficiente para o matar, o que nos levou a ter de voltar atrás no jogo, às zonas antigas, subir um par de níveis, apanhar novas armas, para só aí podermos, finalmente, entrar na zona nova. Só por curiosidade, fica em seguida a gravação de quando o conseguimos derrubar.

Outro aspeto em que o jogo não é nada nosso amigo é no preço. Se já tiverem Destiny 2 e as duas expansões anteriores, Forsaken custa 39,99€, mas em breve terão de desembolsar mais algum dinheiro para as duas próximas expansões que sairão no espaço de um ano. Há também uma edição que inclui Forsaken e o Anual Pass, por mais 29,99€ euros, ou a Digital Deluxe por 79,99€. Se não têm nada ainda, todo o conteúdo anterior, mais Forsaken, custa 69,99€ euros, e se lhe acrescentarem o Anual Pass, 99,99€. Tudo isto com a promessa de, muito provavelmente, virmos a ter novo conteúdo para adquirir daqui a precisamente um ano. E isto já sem falar de, nos casos das consolas, ser necessário pagar o PS Plus ou o Games with Gold para a maioria das atividades no jogo. Em suma, e feitas as contas, quer os jogadores novos quer os antigos, têm alguma razão de queixa em relação ao que vão pagar,. É certo que é um jogo que apenas se tornou realidade graças a um orçamento altíssimo, é certo que os servidores constantemente ligados têm custos elevados, é certo que temos conteúdo para meses e meses de jogo, mas vender um jogo como sendo completo mas que, afinal, vai continuar a ser pago ao longo do tempo para poder ser atualizado, não será a forma mais transparente de uma companhia se relacionar com os clientes. Esta prática tem sido recorrente na Activision-Blizzard, bastando olhar para o exemplo dos Call of Duty anuais com diversos DLCs lançados ao longo dos anos, mas não só: ainda há pouco tempo, as ações da Electronic Arts caíram a pique porque os jogadores se fartaram de comprar jogos que são vendidos como completos mas que afinal são pouco mais que demonstrações, pois muitos têm quantidades tais de DLCs, pagos a preços demasiado elevados, que não justificam a aquisição de um jogo base no qual pouco ou nada se pode fazer, isto se falarmos da componente que se tornou cada vez mais a mais impotante dos jogos, a interação online.

Tendo tudo isso em conta, podemos afirmar que Destiny 2: Forsaken é uma boa aquisição para quem pretender realmente jogar e dedicar-se a ele na maior parte do seu tempo livre, ao longo de vários meses, não só para rentabilizar o investimento mas também porque esta expansão aparenta não ser tão amiga dos jogadores casuais como foi o Destiny 2 original, requerendo mais algum tempo para ser explorada a sério. Os que se encontram em condições, quer financeiras quer de disponibilidade, de se dedicarem a esta aventura, vão encontrar atividades variadas e interessantes, uma história emocionante, novas e velhas caras em situações pouco fáceis de antecipar antes desta expansão, e todo um novo mundo no qual adorarão perder-se a explorá-lo.

 Pedro Moreira é Reviewer no 8.5Bits | twitter @morenho27 | pedromoreira@8dot5bits.com

TERMINADO – Passatempo Antestreia – Do Jeito que Elas Querem

O  8.5Bits e a Pris Audiovisuais têm para te oferecer a possibilidade de assistires à antestreia do filme ‘Do Jeito que Elas Querem‘.

VENCEDORES

PORTO
Ana Margarida Gonçalves
Elisabete Gomes de Pinho
Elisete Sofia da Costa Reis
Fernando Jorge Pires da Silva
Filipe André Castro Pinto
Hélder Filipe Dias Silva
Hugo Alexandre de Almeida Moreira
Inês Santos São Martinho
José Miguel da Silva Magalhães
Lara Cláudia da Silva Almeida Reis
Luis Miguel da Silva Santos
Maria Fernanda Ferreira da Silva Vaz
Marta Luísa Carranca Neves
Nuno Miguel Ventura de Carvalho
Paulo Vitor Sousa Barbosa
Raquel Carvalhinha Alves Sobral
Raquel Filipa Neto Rodrigues
Sandra Patrícia Tomás Freitas
Teresa Patrícia Pedrosa Martins
Tiago André da Rocha Macedo

LISBOA
Ana Catarina Morais Pires
Ana Margarida Pereira da Costa
Andreia Cristina Pereira de Sande e Castro
Andreia Sofia Ramalho dos Santos
João Tiago Louro Silva Ferreira
Márcia Cristiana Marques Ferraz
Marta Sofia Neto Viegas
Sandra Cristina Lopes Trindade
Tiago Miguel Oliveira Brandão
Tiago Miguel Patrício Rosa

Quatro amigas de longa data veem as suas vidas viradas do avesso quando o clube do livro que frequentam adquire o romance de As Cinquenta Sombras de Grey.

Um filme sobre mulheres na faixa dos 60 anos que quebram barreiras autoimpostas nos seus relacionamentos – com um elenco de lendas vencedoras de Óscares.

Diane (Diane Keaton) ficou viúva recentemente após 40 anos de casamento. Vivian (Jane Fonda) gosta de relacionamentos sem compromisso. Sharon (Candice Bergen) encontra-se em processo de divórcio há décadas. O casamento de Carol (Mary Steenburgen) está em crise após 35 anos de união.

Temos 30 convites para a antestreia:

10 convites duplos
Lisboa – Cinema NOS, Vasco da Gama – Dia 12 de  Setembro, às 21:30h

20 convites duplos
Porto – Cinema UCI, Arrábida Shopping – Dia 12 de  Setembro, às 21:30h

Podes participar até às 12h de dia 11 de  Setembro.

Para participares só tens de
-Preencher o formulário abaixo
-Partilhar publicamente esta publicação:

-Fazeres like à página do 8.5Bits (caso não o tenhas feito antes)

Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

Passatempo terminado

Os vencedores serão anunciados em breve.

NOS CINEMAS A 13 DE SETEMBRO

O envio da listagem de vencedores para os cinemas é da responsabilidade do distribuidor do filme sendo o 8.5Bits apenas promotor do passatempo. 
Em situações extraordinárias, os vencedores poderão contactar-nos via mensagem privada no Facebook.

Teste a ‘V-Rally 4’

V-Rally 4 marca o regresso de uma série de jogos dedicada a este desporto motorizado que estava desaparecida desde os tempos das velhinhas Playstation 2 e X-Box, plataformas para as quais tinha sido lançado V-Rally 3, há uns longos dezasseis anos. V-Rally e V-Rally 2, mais antigos ainda, eram títulos da primeira Playstation. A maioria dos jogadores que tiveram o privilégio de viver os tempos dourados dessas consolas, provavelmente, não se recordarão desta série, pois não era um verdadeiro blockbuster; mas alguns, poucos, poderão lembrar-se que V-Rally era sinónimo de um excelente jogo de corridas que, sem querer revolucionar o género, era suficientemente bom para convencer a maioria dos jogadores e da crítica. Disponível para PS4, a versão que testámos, Xbox One, Nintendo Switch e PC, V-Rally 4 segue essa tradição.

Para começar, assim que iniciamos o jogo, salta à vista a qualidade gráfica bastante acima da média, e não apenas comparativamente com outros jogos de corridas: V-Rally 4 é detalhado, polido, fluido, apresentando-se com uma estabilidade e qualidade que por raras vezes encontramos na PS4, a versão testada por nós. Os sons são também eles excelentes, desde o rugido dos motores à voz do copiloto, passando pelos choques com outros veículos ou com objetos do cenário. Outro ponto a favor é também o controlo do carro, isto comparativamente com outros jogos do género, realista quanto baste mas arcade o suficiente para que consigamos conduzir decentemente mesmo apenas com o comando.

Quando iniciamos a nossa campanha, somos guiados por uma simpática narradora que nos vai fazendo um tutorial de tudo o que precisamos de saber para avançar na carreira mas, ao contrário da maioria dos jogos, este é-nos apresentado ao longo de várias corridas e nos momentos que as vão intercalando sem ser aborrecido. Quando terminamos o tutorial estamos prontos para continuar a ação, seja no modo de campanha para um só jogador ou competindo com outros jogadores pela Internet. Este modo de campanha não é, nem pretende ser, inovador, e é semelhante a muitos outros que conhecemos da maioria de jogos de corrida: corremos, fazemos melhorias ao carro, corremos mais, compremos carros novos, e repetimos o processo. No entanto, não estamos com isto a querer diminuir a qualidade e quantidade de horas de jogo oferecidas por este modo, muito pelo contrário: sem ser original, é bom, é longo, e transmite aos aficionados de jogos de condução uma sensação agradável de familiaridade, com a vantagem de estar integrado com o modo multijogador, pois o nosso progresso no modo campanha é o que dita que carros podemos usar e que melhorias temos disponíveis, incentivando-nos a correr quer a solo quer com oponentes reais.

Por um lado, V-Rally 4 tem como ponto positivo a variedade de cenários e tipos de corrida: viajamos do Quénia à Sibéria, passando por cidades como Detroit ou aldeias no Japão, em corridas de Rally clássicas, nas quais corremos contra o relógio, V-Rally Cross, correndo simultaneamente contra vários adversários num circuito, Extreme-Khana, normalmente em cenários urbanos com carros potentes e muito pouco espaço de manobra, Hillclimb, onde subimos ao topo de uma montanha por um circuito sinuoso, e Buggys, semelhantes ao V-Rally Cross mas offroad em vez de em circuito. Como pontos negativos, podemos apontar a quantidade algo limitada de pistas e de veículos disponíveis e a dificuldade do jogo, não em todos os eventos, mas nas provas de contra-relógio como Rally e Extreme-Khana. Não deveria ser preciso sermos um Sébastien Ogier para conseguirmos mais que um invariável último lugar em todas as corridas de contra-relógio em que participámos, mesmo com a dificuldade no mínimo possível. Felizmente, V-Rally 4 não nos frustra e deixa-nos ir avançando na campanha mesmo sem vencer algumas corridas, mas não deixa de ser um jogo difícil…

Concluindo, V-Rally 4 assume-se como uma alternativa válida aos jogos de corridas, em particular de rally, que existem no mercado: é belo, é fluido, é variado; mas também fica a sensação de ser um pouco pequeno, com poucos carros e poucas pistas, o que não é sinónimo de não providenciar imensas horas de jogo, pela sua campanha e pelo modo online. Não sabemos ainda, obviamente, se será um jogo que possa vir a ter atualizações de conteúdo no futuro, pois se assim for tornar-se-á, sem grande margem para erro, um dos melhores no seu género; por agora, é um jogo de rally com bastante qualidade, ao qual pouco falta para ser brilhante.

Pedro Moreira é Reviewer no 8.5Bits | twitter @morenho27 | pedromoreira@8dot5bits.com

Análise a “Marvel’s Spider-Man”

Marvel’s Spider-Man é uma afirmação de qualidade. É aquele momento em que passamos a beber apenas café que foi moído no momento. Não há grande volta a dar – os videojogos passarão a dominar o espectro cultural num curto espaço de tempo porque são de uma qualidade acima de tudo o que se faz nas outras indústrias do entretenimento, combina o melhor de todas as artes. Na minha opinião, é um jogo de arestas bem limadas, bastante competente e que surpreende pela positiva.

TERMINADO – Passatempo Comic Con Portugal 2018

O  8.5Bits e a NOS e a Comic Con Portugal têm para te oferecer a possibilidade ir ao primeiro dia da Comic Con Portugal 2018. Temos 5 convites duplos para oferecer para o dia 6 de Setembro!

VENCEDORES

Carlos Daniel Santos Brito
Rita Alexandra Rodrigues Ribeiro
Rodrigo Emanuel Periquito Bernardo
Isaac dos Santos
Ana Sofia Pires de Melo

IMPORTANTE: Os convites serão enviados aos vencedores através de email em formato pdf.

O UNIVERSO ONDE TU PODES SER O QUE QUISERES

Está a chegar um dos maiores festivais de cultura pop do mundo, a Comic Con Portugal 2018, este ano no Passeio Marítimo de Algés, vai trazer novos convidados e novas experiências, de 6 a 9 de Setembro, vais ter o universo onde tu podes ser o que quiseres!

A Comic Con Portugal é o maior festival de Cultura Pop que se realiza em Portugal, albergando diversas áreas, como Cinema & TV, Videojogos, Banda Desenhada & Literatura, Cosplay, Anime, Manga, Música e Youtube.

Dentro do recinto, os visitantes podem obter autógrafos, frequentar painéis Q&A, autógrafos e photobooth com artistas nacionais e internacionais de várias áreas. Podem também interagir com artistas de Banda Desenhada (em painéis e sessões de autógrafos) assim como encontrar expositores de várias marcas com diversos artigos colecionáveis, figuras de ação e edições especiais de livros. Na área Literatura, estão presentes escritores de grandes obras e sagas do fantástico, que partilham a sua experiência com os fãs.

Na área Gaming, é possível ver e experimentar as grandes novidades das grandes marcas do setor, assistir a apresentações de jogos, participar em torneios, concursos e ganhar prémios. Para os mais pequenos, a Comic-Con Kids conta com as séries e conteúdos preferidos dos mesmos, bem como diversas atividades lúdicas especialmente preparadas.

A tudo isto, junta-se o Cosplay, que está presente em todo o recinto e ao qual todos os visitantes são convidados a aderir, conferindo uma atmosfera fantástica. O concurso Heróis do Cosplay, que decorre dentro do evento, premeia os melhores fatos. Na Comic Con Portugal, existem muitas atividades e momentos a decorrer em simultâneo, pelo que o melhor é mesmo embarcar na experiência do maior evento de Cultura Pop do País.

 

 

Temos 5 convites duplos para oferecer:

Podes participar até às 23:59h de dia 4 de Setembro.

Para participares só tens de
-Preencher o formulário abaixo
-Partilhar publicamente esta publicação:

-Fazeres like à página do 8.5Bits e da Comic Con Portugal (obrigatório)

Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

Informação: O titular de bilhete não poderá entrar no recinto do evento com objetos ou adereços que representem riscos à segurança, tais como catanas, tacos, espadas, entre outros. Todos os visitantes serão submetidos a revistas corporais e remoção de objetos não autorizados à entrada do evento Comic Com Portugal.

Os convites serão enviados aos vencedores através de email em formato pdf.

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