A chegar a Portugal, na primeira semana do mês, o filme histórico que junta no mesmo ecrã, pela primeira vez, os consagrados atores, Mel Gibson e Sean Penn, nesta biografia mais recente, da criação do primeiro, e completo, dicionário de língua inglesa, em meados do século XIX, pelo professor universitário, Professor James Murray, interpretado por Mel Gibson, e da ajuda que recebeu de um paciente de um asilo, interpretado por Sean Penn, encarcerado e dado como louco, em tribunal, por suposto homicídio, um antigo cirurgião militar americano, de seu nome, Dr. William Chester Minor, com a adição de mais de dez mil palavras ao compêndio.O resultado, uma obra prima moderna, é como saí ao ver este filme, o drama maravilhoso, tocante, ao ponto de todos os minutos serem bem aproveitados, desempenhos fantásticos e de relembrar, atores em estado puro, só deu vontade de agradecer ter visto, um filme para verdadeiros amantes do cinema, sem efeitos especiais, ou imagens para entretenimento, apenas puro cinema, e visto sem expectativas, ainda torna tudo melhor, um muito bom argumento, completo e sem falhas, de grande e intensa arte, tempo histórico fascinante, tudo em volta tornou o filme radiante, encabeçado por dois atores de elevado grau, de paço rápido e interesse, resumindo, um grande drama inglês.A trabalhar com dois ajudantes, procurando origens de palavras e os seus significados, o Professor tenta expandir a sua procura, pedindo ajuda para a sua completa obra, e o auxílio chega de onde está retido o Louco, juntos trocam correspondência e apoio, em uniformidade tentam chegar mais longe, e completar as suas fontes, trabalham como um para o outro, de pontos distantes, o herói e o vilão, são ambos os dois, o que faz com que resulte nesta abordagem, no profundo amor à filosofia, e interesse ao alfabeto, conservando o melhor dos dois mundos, na esperança e humanidade como prova, num filme de génio, de boa cinematografia, quase como personagens de estereótipos, mas que com mestria, não entedia, mas sim, com toda a classe, é sem dúvida, bravo.Um filme belíssimo, que oferece profunda introspeção, da verdadeira natureza da escrita, amizade, da mente humana, do perdão, do saber perdoar, e no final, da redenção, numa grande química e simbiose, em tudo cativante e verdadeiro, tornou o filme puro e duro, para melhor em tudo, até na própria linguagem, à medida do filme, do valor das palavras hoje em dia, do saber expressar em poucas palavras, sendo direto, não precisando de grandes frases e sentenças, concluindo, um manual de cinema e de arte, compostas em duas horas de biografia épica, foi o resultado que melhor encontrei ultimamente, de um filme que em nada estava à espera de amar, conclusão, é arte, é cinema.

Estreia dia 1, O Professor e o Louco, uma sugestão 8.5Bits.