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TERMINADO – Passatempo Antestreia – Um Desconhecido em Casa

O  8.5Bits e a Cinemundo têm para te oferecer a possibilidade de assistires à antestreia do filme ‘Um Desconhecido em Casa‘.

VENCEDORES

LISBOA
Ana Luisa Gomes da Costa
Ana Maria de Oliveira Aparício Martins
Carlos Manuel Oliveira Marques
Catarina de Oliveira Ribeiro
Cláudia de Barros Pebre Rodrigues
Lídia Priscila da Silva Ferreira Farinha
Micke Neves Rosado
Pedro Miguel dos Santos Delicado
Sara Martins Eva Ferreira
Tiago Miguel Oliveira Brandão

PORTO
Alexandra Manuel da Silva Magalhães Caraslindas
Ana Isabel Coelho de Sousa Guimarães
Cristiana Sofia Rodrigues da Silveira
Lilia Alexandra Gonçalves Macedo
Maria Elisabete Ferreira Fernandes
Marta Luísa Carranca Neves
Patrícia Raquel Fernandes de Matos
Raquel Ferreira de vasconcelos
Ricardo Filipe Bastos
Sandra Patrícia Tomás Freitas

Bryan e Cassie decidem alugar uma casa de campo no interior de Itália para passar um fim de semana romântico, numa última tentativa de reconciliação e de reatar em a sua relação. Mas os planos do casal serão afetados pelas intenções duvidosas do proprietário da casa que alugaram…
Realizador: George Ratliff
Título Original: Welcome Home
Elenco: Aaron Paul, Emily Ratajkowski, Riccardo Scamarcio

Temos 20 convites para a antestreia:

10 convites duplos
Lisboa – Cinemas UCI, El Corte Inglés – Dia 5 de Dezembro, às 21:30h

10 convites duplos
Porto – Cinemas UCI, Arrábida Shopping –Dia 5 de Dezembro, às 21:30h

Podes participar até às 17:00h de dia 4 de Dezembro.

Para participares só tens de
-Preencher o formulário abaixo
-Partilhar publicamente esta publicação:

-Fazeres like à página do 8.5Bits (caso não o tenhas feito antes)

Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

PASSATEMPO TERMINADO

NOS CINEMAS A 6 DE DEZEMBRO

O envio da listagem de vencedores para os cinemas é da responsabilidade do distribuidor do filme sendo o 8.5Bits apenas promotor do passatempo. 
Em situações extraordinárias, os vencedores poderão contactar-nos via mensagem privada no Facebook.

 

A Estrear – Dezembro

No A Estrear, o 8.5Bits mostra-te os filmes mais aguardados do próximo mês. Já tens as pipocas preparadas?
Aqui estão algumas das estreias de Dezembro: 

Engenhos Mortíferos
Título Original:
Mortal Engines
Género: Acção/Aventura/Fantasia
Data de Estreia: 6 de Dezembro
Trailer

Centenas de anos após a civilização ter sido destruída por um cataclismo, uma jovem misteriosa, Hester Shaw (Hera Hilmar), surge como a única pessoa capaz de parar Londres – agora uma cidade gigante e predadora sob rodas – de devorar tudo no seu caminho. Selvagem e conduzida intensamente pela memória da mãe, Hester une forças com Tom Natsworthy (Robert Sheehan), um marginal de Londres, juntamente com Anna Fang (Jihae), uma criminosa de perigo com a cabeça a prémio.

Parque Mayer
Título Original:
Parque Mayer
Género:
Comédia/Drama
Data de Estreia:
6 de Dezembro
Trailer

Lisboa, 1933. Deolinda, uma jovem rapariga da província que tem o sonho de ser actriz no Parque Mayer, apresenta-se num casting para coristas no teatro Maria Vitória. Escolhida para um dos principais papéis, apaixona-se por Mário, o encenador, durante os ensaios, mas este está fascinado por Eduardo, um conhecido cantor de fado que fora convidado para estrela da revista. Ao mesmo tempo, o Estado Novo começa a apertar o cerco e a liberdade está cada vez mais limitada…

Homem-Aranha: no Universo-Aranha
Título Original: Spider-Man: Into the Spider-Verse
Género:
Animação/Acção/Aventura
Data de Estreia: 13 de Dezembro
Trailer

Phil Lord e Christopher Miller, as mentes criativas por trás de “Lego – O Filme”, trazem-nos uma visão inovadora de um Universo Homem-Aranha num estilo visual inédito, apresentando-nos o adolescente Miles Morales, de Brooklyn, e o mar de possibilidades do Universo Aranha onde mais do que uma pessoa pode usar a máscara. A versão original do filme conta com as vozes de Shameik Moore, Mahershala Ali, Nicolas Cage e Hailee Steinfeld.

 

Aquaman
Título Original: Aquaman
Género:
Acção/Aventura/Fantasia
Data de Estreia: 13 de Dezembro
Trailer

Baseado na banda desenhada da DC Comics, Aquaman conta a jornada de Arthur Curry, o relutante herdeiro do trono de Atlantis, forçado a assumir as suas responsabilidades e liderar o seu povo para impedir os desígnios do irmão Orm, que procura unir os sete mares contra o mundo à superfície.

Bumblebee
Título Original:
Bumblebee
Género:
Acção/Aventura/Ficção Científica
Data de Estreia:
20 de Dezembro
Trailer

Em fuga durante o ano de 1987, Bumblebee encontra refúgio na sucata de uma pequena povoação junto ao mar na Califórnia. Charlie (Hailee Steinfeld), prestes a fazer 18 anos e a tentar perceber qual o seu lugar no mundo, descobre Bumblebee, amolgado e avariado. Quando o consegue recuperar, rapidamente descobre que não é um simples Carocha amarelo.

O Regresso de Mary Poppins
Título Original:
Mary Poppins Returns
Género:
Fantasia/Musical
Data de Estreia:
20 de Dezembro
Trailer

Emily Blunt protagoniza a ama quase perfeita com habilidades mágicas, que pode tornar qualquer tarefa numa aventura fantástica e inesquecível, e Lin-Manuel Miranda o seu amigo Jack, um acendedor de candeeiros de rua, que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres. 
A acção do filme decorre na década da depressão londrina, em 1930, 24 anos após o primeiro filme. Michael Banks continua a trabalhar na mesma instituição financeira que empregou o seu pai, e ainda vive no número 17, da Cherry Tree Lane, com os seus três filhos, Annabel, John e Georgie, e a sua governanta, Ellen. Jane Banks continua a tradição da sua mãe, através de campanhas de defesa dos direitos dos trabalhadores, e ajuda a família de Michael. 
Quando a família sofre uma perda, Mary Poppins regressa às suas vidas magicamente, e com a ajuda de Jack, traz de volta a alegria e o encanto ao lar.

O Ben Está de Volta
Título Original: Ben is Back
Género:
Drama
Data de Estreia: 27 de Dezembro
Trailer

Ben Burns (Lucas Hedges), um jovem de 19 anos toxicodependente em tratamento, regressa inesperadamente à casa da família na manhã da véspera de Natal. A sua mãe, Holly (Julia Roberts), está aliviada e recebe-o de braços abertos, mas teme o risco de o filho ter uma recaída. Durante 24 turbulentas horas, novas verdades são reveladas e o amor incondicional de uma mãe pelo seu filho é posto à prova, enquanto Holly tudo faz para manter Ben são e salvo.

E então, que filmes tens mais curiosidade em ver? Há alguma estreia de que não tenhamos falado pela qual anseies? 

 

Obrigada Stan Lee

By Chan (https://comicnewbies.com/author/comicnewbies/)

Stanley Martin Lieber.

Ou como todos nós o conhecemos, Stan Lee, o pai do Universo Marvel.

Foi escritor, editor, publicitário, empresário, produtor, realizador e ator. Uma inspiração para qualquer pessoa que goste de fantasia, ficção científica e sem dúvida para todos nós que aspiramos um dia ter a nossa arte parte do quotidiano de população mundial.

A maioria de todos nós conhecemos Stan Lee devido ao Homem-Aranha, ao Homem de Ferro, Capitão América, Viúva Negra, Pantera Negra, etc. Pelo menos um herói fez parte da nossa infância e inspirou-nos para fazer algo que gostávamos, para ter confiança e saber enfrentar os nossos medos.

Stan Lee nasceu em Nova York, em Manhattan, nos Estados Unidos da América no ano de 1922. Os seus pais tinham trabalhos normais, o pai era um alfaiate e a sua mãe, dona de casa. Stan Lee não era filho único, o seu irmão Larry também seguiu o mundo da banda desenhada. Era uma família pobre, com uma casa humilde. Sonhava desde jovem tornar-se escritor, e por isso, desde jovem começou a trabalhar em jornais. Em 1939 já era assistente na editora da Timely Comics, na parte da banda desenhada, que mais tarde evoluiria para Marvel Comics. O seu primeiro trabalho publicado foi Captain America e com o tempo, Stan Lee ganhou o amor dos americanos, e mais tarde do mundo, com todos os heróis que criou.

Lee criava os seus super-heróis sempre com defeitos, criando uma proximidade com o ser humano, vulgar. O que era ideal para chegar aos adolescentes que estavam a crescer e poderiam encontrar-se nesses defeitos, e verificar, que realmente poderiam ser alguém mais tarde se lutassem para isso. A Marvel criou um grande engagement com os seus fãs, e também, Stan fazia sempre questão de mencionar a equipa que teria ajudado o desenvolvimento do comic.

Com o tempo as histórias que Stan Lee escrevia começaram a ir mais de encontro com o que acontecia na vida real e a chamar atenção de problemas sociais que importavam para o país, como as eleições, movimento juvenil e a guerra do Vietnam. Em 1967, foi incluído inclusive a primeira personagem afro-americana, sendo que o mais tarde criou-se o Falcão, o primeiro super-herói afro-americano.  Com o tempo apareceu então a(s) Pantera(s) Negra(s). A Marvel começou cada vez mais a receber elogios pelos seus esforços socialmente conscientes.

Com os tempos, o mundo da Marvel começou a crescer para o mundo de cinema e até à atualidade, filmes estes que o Stan sempre fez questão de aparecer como figurante, sendo que aparece em todos os filmes da Marvel. Os Vingadores são dos filmes mais conceituados e conhecidos do século XI.

Stan e Joan (sua esposa) foram casados durante 70 anos, até à morte de Joan. Ela sempre foi conselheira de como ele deveria escrever e ele levava muito em consideração o que ela lhe aconselhava.

Foi um homem incrível que trouxe ao mundo esperança e força. Muitas pessoas se reconfortaram nos comics, ou criaram esperança para um mundo melhor. Porque se um herói/heroína poderia fazer história começando do zero, porque é que qualquer um de nós não pode? Porquê que eu, ou tu, não podemos um dia tornar o mundo nosso?

By Delsdrawing (https://twitter.com/Delsdrawings/status/1062279361624195074)

A imaginação de Stan Lee também sempre foi invejável, ele criou um mundo completamente à parte, vários universos, várias personagens e histórias. Uma verdadeira inspiração de lutarmos pelos nossos sonhos e lutarmos por fazer aquilo que queremos fazer, porque a verdade está na sorte e no esforço. As suas personagens fizeram parte do dia-a-dia de vários adolescentes e adultos e ainda hoje nos confortam quando vamos ao cinema, ou vemos um filme em casa numa sexta-feira à noite, quando chove torrencialmente lá fora.

Com esta publicação, quero dizer-te a ti leitor, que como ele tu também podes chegar onde queres. Que como o Homem-Aranha tu podes tornar-te grande e ser ouvido. Que como o Homem de Ferro, tu podes usar a tua inteligência para algo maior. Como a Pantera Negra, lutares pela tua família. E como em todos os comics, poderás encontrar uma família dentro das personagens e do mundo de Stan Lee.

 

Obrigada pela tua presença na nossa vida.

Obrigada pela tua partilha.

Descansa em Paz e Felicidades por estares com ela de novo.

 

By olivarescfc (https://www.instagram.com/p/BqGKc0eHkAu/)

80’s Bits III

Nesta edição relembramos um clássico do cinema que é uma verdadeira lição de vida, com o professor que todos gostaríamos de ter tido. Abordamos também a música e o correspondente videoclipe que catapultou uma banda norueguesa para a fama e recordamos ainda o primeiro videojogo do repórter e aventureiro belga mais conhecido do mundo.

 

Filme: ‘O Clube dos Poetas Mortos’ (1989)

No outono de 1957, o carismático John Keating é admitido como o novo professor de inglês em Welton, um rígido colégio particular para rapazes, e os seus métodos de ensino pouco convencionais cedo começam a revolucionar as tradicionais práticas curriculares. Com o seu talento e sabedoria, Keating inspira os seus alunos a perseguir as suas paixões individuais e a tornar as suas vidas extraordinárias, ao mesmo tempo que entra em colisão com o conservadorismo dos responsáveis da instituição.

 

“Fui para os bosques para viver livremente,

para sugar o tutano da vida,

para aniquilar tudo o que não era vida,

e para, quando morrer, não descobrir que não vivi.”

 

É através da recitação deste poema, da autoria de Henry David Thoreau, que começavam as reuniões do Clube dos Poetas Mortos, fundado pelo então aluno John Keating e que, vários anos depois, é recuperado por sete alunos de Keating. O professor, magistralmente interpretado por Robin Williams, transmite aos seus alunos e a todos os espectadores um lema que ficou celebrizado até aos dias de hoje: carpe diem. Esta expressão em latim, que significa “aproveita o dia”, remete-nos para a efemeridade da vida e de como devemos aproveitar cada momento da mesma. ‘O Clube dos Poetas Mortos’ não é um filme sobre poetas ou poesia nem tão pouco apela apenas a quem aprecia este estilo literário. É uma lição de vida, entre outros aspectos, sobre o espírito de grupo, o companheirismo e a honra.

Realizado pelo australiano Peter Weir, a quem o Oscar iludiu das seis vezes que foi nomeado, o filme foi premiado pelo argumento original de Tom Schulman. O saudoso Williams não ganhou o Oscar nesse ano (foi para outro extraordinário actor, Daniel Day-Lewis por ‘O Meu Pé Esquerdo’) mas o “seu” John Keating foi um dos marcos da sua brilhante carreira, marcou uma geração e terá até influenciado futuros professores na forma pouco ortodoxa e cativante de condução das suas aulas. O filme lançou as carreiras bem-sucedidas dos “alunos” Robert Sean Leonard (Neil), Josh Charles (Knox) e, principalmente, de Ethan Hawke, que interpreta o tímido e inseguro Todd Anderson, em quem a história se inicialmente centra. Destaque ainda para a presença convincente de Kurtwood Smith (o memorável vilão do ‘RoboCop’ original) como o severo pai de Neil e para a notável direcção musical de Maurice Jarre, que lhe valeu o BAFTA.

Recordo-me perfeitamente do meu primeiro contacto com o filme. Foi quando passou pela primeira vez na televisão e que o meu irmão mais velho me aconselhou vivamente a gravá-lo. Confesso que fiquei um pouco intrigado, afinal o título não me chamava nada a atenção e estava, por aquela altura, mais habituado a preparar cassetes de vídeo virgens para gravar filmes de acção ou aventura, não um drama. O meu irmão tinha razão e é, até hoje, um dos meus filmes preferidos de sempre. É cativante do início ao fim, divertido e sentimental, e as suas personagens estão muito bem desenvolvidas, pelo que é fácil semelhanças com as nossas próprias experiências ou de outros que tivemos conhecimento. A sua mensagem é forte, marcante mas não manipuladora nem cheia de falsos moralismos. Não há um apelo a um hedonismo desenfreado sem sentido de responsabilidade e respeito pelos outros. Como diz o professor Keating no filme: “Há alturas para se ser ousado e alturas para se ser cauteloso. O homem sensato compreende isso.” O equilíbrio de sensações é um ponto-chave do filme e a liderança inspiradora de Keating e do actor que lhe deu vida ficará para a história. O Captain! My Captain!

 

Música: ‘Take On Me’ – A-ha (1985)

Desta vez o olhar não se centra num álbum mas principalmente numa música ou single que foi um enorme sucesso na década de 80, tanto a nível sonoro como visual. Estávamos em 1985 e, em jeito de brincadeira, podia-se dizer que as exportações conhecidas da Noruega resumiam-se ao famoso bacalhau. Os A-ha vieram alterar esse panorama. Formados em Oslo no ano de 1982, o trio constituído por Morten Harket (voz), Paul Waaktaar-Savoy (guitarra) e Magne Furuholmen (teclados) foi descoberto pelo produtor John Ratcliff, que os levou para Londres. A mudança terá sido importante para que o álbum de estreia ‘Hunting High and Low’ tivesse sido um sucesso internacional. O trabalho rendeu cinco singles muito pelo êxito tremendo do primeiro, ‘Take On Me’. Regravada duas vezes até à versão final que saiu no álbum, a canção é caracterizada pela sua batida vigorosa de sintetizador, pelos agudos impressionantes da voz de Harket e encabeça, até hoje, várias compilações lançadas sobre música da década de 80 do século passado.

O que diferencia então, ‘Take On Me’ de tantas outras canções que foram um sucesso? O seu espectacular videoclipe. A MTV iniciou as suas emissões em 1981 e é inegável o seu papel na divulgação de músicas, bandas e artistas. Em plena metade da década, a popularidade de um teledisco era sinónimo de sucesso de vendas do correspondente single e os A-ha souberam aproveitar a oportunidade. Realizado por Steve Barron e utilizando um método de animação feito a lápis combinando com acção real através de rotoscopia, o videoclipe ganhou vários prémios e permanece como uma imagem iconográfica da década. Nele, uma rapariga acompanha as aventuras de uma personagem de banda-desenhada (o próprio Harket) até que este a transporta para dentro dos quadradinhos, até serem novamente separados de forma dramática. O herói consegue, por fim, sair da própria banda-desenhada com a particularidade da história só finalizar no início de outro videoclipe dos A-ha, ‘The Sun Always Shines on T.V.’.

Nunca lá por casa tivemos um álbum ou single dos A-ha mas o sucesso de ‘Take On Me’ foi tremendo também em Portugal. A MTV só estava disponível para quem tinha antena parabólica e, assim, acesso a canais estrangeiros mas em meados da década já a RTP tinha vários programas que passavam videoclipes como o ‘Top Disco’ ou os importados ‘Countdown’ e ‘Music Box’, apresentado por Nino Firetto. E o videoclipe passava regularmente, impressionando pela sua espectacularidade visual para a altura. De referir que os A-ha continuam, após algumas pausas na carreira, no activo, tendo vendido 55 milhões de discos. Detiveram, por altura do ‘Rock in Rio’ de 1991, o recorde de maior audiência num concerto (198,000 pessoas) e o seu vocalista Morten Harket continua a deter a marca oficial da maior nota sustida de sempre ao vivo, pela canção ‘Summer Moved On’, com uns impressionantes 20.2 segundos.

 

Videojogo: ‘Tintin on the Moon’ (1987)

Criado em 1929 pelo cartoonista Hergé, pseudónimo do belga Georges Remi, Tintin é um dos personagens de banda-desenhada europeia mais conhecidos e amados de sempre. ‘As Aventuras de Tintin’ são há muito admiradas pelos seus desenhos claros e expressivos, com o estilo ligne claire, típico de Hergé. O autor utiliza enredos bem elaborados e géneros variados, com elementos de fantasia, mistério, espionagem e ficção científica, com pinceladas certeiras de humor e sátira. Com 24 livros editados, o último inacabado por morte de Hergé em 1983, era uma questão de tempo até que as aventuras do repórter e aventureiro Tintin chegassem aos videojogos, já depois de alcançarem o cinema e a televisão.

‘Tintin on the Moon’ foi lançado em 1987 pela francesa Infogrames e chegou a vários sistemas, como o Commodore e o ZX Spectrum. Baseado livremente em duas aventuras de Tintin, sendo elas ‘Rumo à Lua’ e ‘Explorando a Lua’, o jogo coloca-nos na pele do aventureiro belga e divide-se em duas secções que vão alternando entre si. Começamos por controlar o foguetão e temos como objectivo evitar os asteróides e alcançar os globos amarelos, que fornecem combustível, e os vermelhos, que permitem progredir até à próxima secção. De seguida controlamos o herói dentro do próprio foguetão, que terá como objectivos desarmar bombas que são colocadas por sabotadores, obter um extintor e apagar os fogos que estes ateiam e ainda libertar o Capitão Haddock e o Professor Girassol quando estes são amarrados pelos vilões. Após todas as ameaças neutralizadas, o jogador volta para o controlo do foguetão e vai alternando entre os dois modos de jogo até finalmente chegar ao objectivo final: aterrar na Lua.

‘Tintin on the Moon’ foi, provavelmente, o primeiro jogo de computador que cheguei ao fim, pelo menos tendo em conta o género plataformas no ZX Spectrum. A verdade é que também não foi assim um grande feito, uma vez que o jogo é relativamente fácil e curto. A sua duração é, de facto, o maior problema do jogo, uma vez que o mesmo está muito bem conseguido, especialmente nas secções passadas dentro do foguetão. Os gráficos estão bons, muito coloridos. Não há música ao longo do jogo mas o som está aceitável e a jogabilidade é óptima. Para além de Tintin e dos personagens que temos de salvar, regista-se também a presença de Milu, o fiel amigo canino do protagonista. Digo presença porque é apenas isso, Milu limita-se a estar presente e não faz mais do que isso, não ajudando Tintin como o fez tantas vezes nos livros. Como diria o Capitão Haddock: “Com mil milhões de macacos!”

Análise a ‘Spyro Reignited Trilogy’

Spyro consegue facilmente entrar para o alinhamento de personagens míticas da PlayStation. Conquistou-nos em 1998 quando o mundo dos jogos de plataformas voltavam a entrar na tabela dos mais vendidos, e superou os testes necessários para não se perder na história, como aconteceu a outros heróis – lembro-me de ‘Croc: Legend of the Gobbos’ que ainda teve uma sequela e ficou-se por aí. Spyro conseguiu conquistar em especial os mais novos, mas também os jogadores mais exigentes, em mundos de áreas rasoáveis por explorar, onde o protagonista, sem ter o aspecto cool de Crash Bandicoot, contava com um conjunto de habilidades que, no seu todo, transformavam a aventura de Spyro numa viagem obrigatória.

Treze anos depois chegam-nos as remasterizações dos três primeiros jogos. À semelhança de recentes remasterizações como Crash Bandicoot em ‘Crash Bandicoot N. Sane Trilogy’, mergulhamos num mundo que conhecemos muito bem… mas com um look moderno e em 4K! Esta reprodução do jogo serve de déjà vu, pois embora os cenários e personagens não sejam 100% iguais, a forma como ganham nova vida faz-nos de facto lembrar momentos de há vinte anos atrás.

São muitas as coisas positivas: por um lado os developers vão buscar uma fórmula vencedora de um ícone e dão-lhe vida com os aspectos gráficos dos dias de hoje; por outro, os jogadores mais jovens podem entrar nesta aventura como dificilmente o poderiam fazer hoje em dia e isso já é de louvar. No entanto, este pode ser um precedente perigoso: embora eu fique feliz por jogar com o Spyro depois de tantos anos, a indústria dos videojogos poderá entrar no caminho que levou a indústria de Hollywood ao sofrimento (e consequente vitória dos serviços de streaming), que é simplesmente a roda-viva de remakes, prequelas, etc, que tentam aproveitar-se de elementos-pivot que funcionam e fazem render o conceito até à exaustão. Não é uma crítica de todo a este jogo em específico, até porque esta trilogia de Spyro remasterizada é mesmo muito boa; é uma observação a uma indústria paralela que tem imensas semelhanças e facilmente, por razões de budget ou marketing, podem ser fonte de contágio.

No próximo ano será a vez de Medievil a receber a sua remasterização que, de novo, eu mal posso esperar por jogar, até porque este sim foi um dos jogos da primeira PlayStation que mais me marcou. Até lá, para quem já conhece ou não o Spyro, esta é uma excelente compra e de certeza fará as delícias dos dias frios de Inverno.

Passatempo – God of War

O 8.5Bits e a PlayStation Portugal têm para te oferecer o melhor jogo do ano: uma cópia PS4 de ‘God of War’!

Com a vingança contra os deuses do Olimpo enterrada no passado, Kratos vive agora num reino de divindades e monstros nórdicos.

É neste mundo duro e impiedoso que tem de lutar para sobreviver e, não só ensinar o seu filho a fazer o mesmo… como também prevenir que cometa os erros manchados de sangue que o Fantasma de Esparta cometeu.

Esta deslumbrante reinvenção de God of War pega em todas as caraterísticas marcantes desta série icónica – o combate brutal, as lutas épicas com bosses e a dimensão de cortar a respiração – e mistura-as com uma narrativa poderosa e emotiva que redefine o mundo de Kratos.

Podes participar até às 23:59h de dia 20 de Dezembro.

A participação pelo Facebook ou pelo Instagram são válidas da mesma forma. O 8.5Bits irá escolher o vencedor tendo em conta se seguiu todas as regras e depois desempatar com a criatividade da frase. O nome do vencedor será anunciado numa publicação no Facebook do 8.5Bits no dia 21 de Dezembro.

Tens duas formas de participar:

Obrigatoriamente tens de preencher o formulário no final desta página.

Depois escolhe como participar:

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Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

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