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Passatempo – Marvel’s Spider-Man

O 8.5Bits e a PlayStation Portugal têm para te oferecer um jogo PS4 ‘Marvel’s Spider-Man’!

Com oito anos de experiência atrás da máscara, o Peter Parker é um especialista no combate ao crime. Sente todo o poder de um Spider-Man mais experiente e desfruta da capacidade de improvisação em combate, da destreza acrobática, do à-vontade com que se movimenta pela cidade e do potencial das interações com o ambiente. Agora que já não é um novato no que faz, este é o mais poderoso Spider-Man com que alguma vez jogaste.

Podes participar até às 23:59h de dia 20 de Dezembro.

A participação pelo Facebook ou pelo Instagram são válidas da mesma forma. O 8.5Bits irá escolher o vencedor tendo em conta se seguiu todas as regras e depois desempatar com a criatividade da frase. O nome do vencedor será anunciado numa publicação no Facebook do 8.5Bits no dia 21 de Dezembro.

Tens duas formas de participar:

Obrigatoriamente tens de preencher o formulário no final desta página.

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Passatempo – Call of Duty: Black Ops 4

O 8.5Bits e a PlayStation Portugal têm para te oferecer um jogo PS4 ‘Call of Duty: Black Ops 4’!

Call of Duty: Black Ops 4 oferece a experiência em multijogador mais profunda e tática alguma vez criada para a série, juntamente com uma gigantesca experiência com mortos-vivos disponível no lançamento que irá conter três vezes mais aventuras.

Blackout, um novo modo competitivo inspirado em ‘battle royale’ junta personagens, locais, armas e equipamento de toda a série para um combate de sobrevivência total – tudo com uma reviravolta única de Black Ops.

Podes participar até às 23:59h de dia 20 de Dezembro.

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Passatempo – Hitman 2

O 8.5Bits e a Upload Distribution têm para te oferecer um pack ‘Hitman 2’, composto por um jogo PS4 ‘Hitman 2’ + uma gravata + um pato de borracha!

Viaja pelo planeta e persegue os teus alvos através de exóticos locais que podes explorar como quiseres em HITMAN™ 2. De ruas soalheiras a florestas tropicais escuras e perigosas, nenhum lugar é seguro enquanto estiver por perto o assassino mais criativo do mundo, o Agente 47.

Prepara-te para conhecer o derradeiro thriller de espionagem. A tua missão é eliminar o esquivo Shadow Client e dar cabo da sua milícia, mas tudo irá mudar quando 47 ficar a conhecer a real identidade do seu alvo e a verdade sobre o seu passado.

HITMAN™ 2 apresenta novas maneiras de jogar, novos modos e funcionalidades, incluindo o novo modo Sniper Assassin que terá a primeira opção cooperativa da série.

O que temos para oferecer:

1 jogo PS4

1 gravata

1 pato de borracha

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Passatempo – Destiny 2: Forsaken

O 8.5Bits e a PlayStation Portugal têm para te oferecer um jogo PS4 ‘Destiny 2: Forsaken’!

Após anos de conflitos, o que resta do Reef está agora entregue à anarquia. Tu e Cayde-6 são enviados para investigar o desassossego e rapidamente descobrem que os criminosos mais procurados da Prison of Elders escaparam.

Tu e Cayde-6 foram enviados para voltar a restabelecer a lei e a ordem às instalações fortificadas, mas as coisas não correm como planeado e a situação rapidamente se complica. Face a probabilidades impossíveis, Cayde-6 é obrigado a pagar o derradeiro preço.

Atua fora do controlo da Vanguard e persegue estes fugitivos até ao interior do Reef e restabelece a ordem. Está aberta a caça.

Podes participar até às 23:59h de dia 20 de Dezembro.

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Passatempo – Detroit: Become Human

O 8.5Bits e a PlayStation Portugal têm para te oferecer um jogo PS4 ‘Detroit: Become Human’!

Entra na metrópole de Detroit no futuro não muito distante de 2038, onde uma cidade rejuvenesceu graças à introdução de androides desenvolvidos exclusivamente para servir a humanidade. Mas aproximam-se ventos de mudança…

Entra na pele de três androides distintos num mundo à beira do caos. As tuas decisões definirão drasticamente o desenrolar desta narrativa intensa. Há milhares de decisões e dezenas de finais possíveis. Como irás afetar o futuro de Detroit?

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“BEAUTIFUL BOY” (2018) – Crítica / Análise

Uma história verídica sobre o vício das drogas, sobrevivência e uma grande família.

Baseado em dois livros de memórias, o primeiro do pai, e jornalista, David Sheff, e o outro do seu mesmo filho, Nic Sheff, este filme de biografia dramática, transporta as crónicas e o retrato mais profundo e comovente, do compromisso de uma família inspiradora, face à dependência e rebeldia de um dos seus filhos, de drogas e tentativas de recuperação, e do indestrutível, inabalável, impenetrável amor, às várias recaídas e dura realidade, que todos em comum, enfrentam e tentam saber lidar, e sobretudo, reconhecer no fundo, de que a dependência é uma doença, e que, como sem a mais lógica das explicações, ela pode atingir toda e qualquer família, a qualquer momento ou instante, e por longos e longos anos, arrastar lentamente ao colapso.

Realizado pelo belga, Felix van Groeningen, o filme conta com as interpretações brilhantemente equiparáveis, dos atores, Steve Carell e Timothée Chalamet, de pai e filho, respetivamente, em duas fortes poderosas e bastante emocionais performances, num trabalho de sonorização muito variadamente bem adaptada, que acompanha de bela maneira as cenas, de uma montagem impecável e de precisão máxima, porque todos os flashes do passado que o filme mostra, intervém na altura exata, e é sobretudo com eles, que vemos o verdadeiro amor daquela família a crescer, e que nos induze sofrimento, ao voltarmos ao tempo atual do filme, não obstante a sensibilidade e contraste real, que estas sequências tratam e representam, é à volta desta imagem de dor, mas também de amor, que aprendemos que os vícios, seja eles quais forem, não nos controlam, nem definem, apenas nos mascaram de algo que não somos, mas que acabamos a transparecer aos outros, à nossa volta.

Uma imagem cândida, cativante, catártica, que expõem a nu, e sem  tipo de problemas, toda a autenticidade e devastação, dos efeitos da toxicodependência, no ser humano e nos que o habitam, nesta poderosa adaptação para o ecrã, e que ilustra, todo o mal cíclico da autodestruição na dependência, num filme que o atira diretamente para o centro do acontecimento, sem esconder ou deturpar, honestamente explorando todo o impacto e efeitos, na luta contra a doença, e recuperando a ideia, da facilidade com que alguém, indiscriminadamente pode ser rapidamente sugado, para o buraco negro que as drogas geram, neste melodrama representativo dos traumas e realidades, aliados à crueldade de quem passa por situação igual, é uma trama emocionante, de uma longa e poderosa viagem ao incontrolável desconhecido.

Esta história real, de um pai que tem de lidar, com o vício do seu próprio filho, entre tantas variadas drogas, sobretudo metanfetaminas, acaba por ser uma demonstração previsível mas genuína, deste terrível hábito de habituação, é acima de tudo, pelo que vemos ao longo do filme, um processo desafiante e inimaginável, em que remontamos na questão, muitas vezes lembrada durante o mesmo, de que as recaídas são, e sempre serão parte do projeto de recuperação e limpeza, da dependência e luta contra o vício, avisos estes que explicam, que estar de condição sóbrio não é dado gratuitamente, mas sim o caminho resultante de um duro trabalho, quase sempre opressivo, neste retrato de factos reais, da dor familiar dos pais, aos segredos da vida privada dos filhos, resulta sempre a tentativa de ajuda, combatida pela resistência, de quem se deixa cair por esta doença, à solução de reabilitar, quem entra pelo caminho da vida, a sobreviver, mas não a viver.

Nunca se escondendo, nem cortando caminho, o filme desde o seu começo é desconfortavelmente real, e lúcido, revelando a crua realidade do vício em drogas, o que estas nos fazem e destroem, numa narrativa que resulta muito bem, para o género que acaba por ser, e navegamos em imagens de momentos, do pai inconfortável e frustrado pelo filho que desaparece, que não dá respostas, e de onde o mesmo se sente culpado, e se conforta como sendo a causa dos problemas do filho, tendo também ao longo da fita, momentos de ambos a surfar, a crescer juntos, numa união simbólica e opostamente verdadeira, da atualidade onde ambos chocam, e de reações admiráveis para com a realidade, ao ver o filho preferir, ele próprio se reabilitar longe de casa, numa alusão à dureza, que muitas vezes, as boas memórias podem provocar em nós, nos acabam por torturar, respondido pela responsabilidade parental, onde se encontram sempre limitações, que nunca nos prepararam para o futuro, e onde no fim, não há muito mais por ensinar, nem mesmo por fazer.

Especialmente se enfrentado, do outro lado, o envolvimento no agregado familiar, de uma droga tão destrutiva como metanfetamina, onde a terrível realidade moral encontrada acaba por ser, tanto desesperadamente, nós tentamos proteger os nossos, que nos esquecemos sempre, que desse processo tem de naturalmente surgir, mesmos antes de perdermos quem amamos, porque já eles podem andar mortos por anos e anos ao nosso lado, e quando atuamos, fica tarde demais, e como o filme cita a certa altura, a responsabilidade que nos cai em cima, é tanto ou mais do que, a de um destino de um jovem no combate à doença, e neste longo caminho à vulnerabilidade, que nos parece impossível sempre de bloquear.

Há pouca margem de erro, as mesmas drogas que confortam o personagem, são as mesmas que o levam à decadência e aflição, ao desespero e agressão para com os outros, que o levam a mentir a ele mesmo que está sóbrio, quando no fundo não consegue captar a mentalidade para o mesmo efeito, e não passa pela monotonia do seu quotidiano, sem a ingestão destes estupefacientes, lutando por se reabilitar, resulta por um reencontro quase fatal com as mesmas, num dos últimos atos do filme, mas de grande captação da realidade, numa performance condicente e honesta, da luta pela vida, no contraste com a resistência à paciência, que a família sempre lhe providencia, jamais o abandonando ou deixando enfrentar sozinho, um problema que os acolhe a todos.

Realisticamente, uma jornada de controlo pelo bem estar, é um filme de grande emoção e, sobretudo de grandes performances, tanto de um como de outro, é um retrato ao extremo mais autêntico, da dureza da sobriedade, e do terror mental que aflige quem passa por dita situação, e que nos responde à verdadeira questão, que é, ser alcoólico ou toxicodependente, não é em si a doença, mas sim o modo de tratar o problema, porque é através desses escapes que se encontram, que levam a habituação e overdose a serem as causas, mais do que outras, de muitas e mais mortes que qualquer outras doenças, e este é um problema que o filme tenta alertar, e da maneira que o faz, seguramente irá levar a sociedade a debater.

Acima mais que tudo, ser toxicodependente é uma escolha de nós, e para nós mesmos, não é uma doença estilo um cancro, mas muito mais que um problema, é a falta de força para a solução, que vemos neste belíssimo trabalho de cinema, e encontramos como nós mesmos lidarmos, este filme, que de filme pouco parece ter, porque é muito mais que uma viagem, uma viagem que certamente vai capturar corações e emoções no público, para nunca se esquecer, difícil de descrever, até mesmo de assistir, e essa é a razão porque irá ser um sucesso, é um filme único, na realeza com que encontra as maneiras para citar os acontecimentos, e não dececiona, quem certamente passou por tais momentos, vai encontrar maneiras de se rever nos personagens, e não de procurar tristeza ou compaixão, mas sim, uma confirmação de escolhas.

Nota para os atores principais do filme, que desempenham sem quaisquer falhas a realidade, num argumento incrível de onde moldaram a sua atuação, de duas realidades, pai e filho, no meio de uma família de mãe, irmãos e madrasta, conseguem extrair o melhor do seu génio, na dor com que representam, a realidade da sobrevivência, são duas interpretações de grande qualidade, que certamente não vão escapar à crítica mundial, que terá com justiça de premiar, e individualizar, neste punhado de grandes atuações, tanto de atores e atrizes principais, como secundários, estes dois que se destacam, são o centro de todo o filme, da sua relação afetiva, à relação infetada posteriormente pelo problema da doença, não se consegue arranjar palavras para a convicção, com que se deixa afetar pela narrativa, resumidamente, dois trabalhos de atores de reconhecimento totalmente merecido.

Individualizando, os atores que tornam o filme em si algo mais, com o risco de interpretarem pessoas, que estão vivas e passaram pelo que passaram, sabendo que as recaídas são reais e podem acontecer, souberam gerir muito bem, o modo separatista como o fizeram, na personagem do pai, sem ideias do que se passava, posteriormente pesquisando sobre os danos da doença que desconhecia, e que o filho passava, sabendo separar o resto da família, do problema do filho, e conseguindo viver com ambos, até mesmo abandonando o filho no fim, no ato de desespero sem igual, e na personagem do filho, que é muito bem realizada por este jovem ator do momento, torna a imagem da doença transparecida para fora, e é o melhor elogio que se pode complementar, são ambos destacados, como o ponto de força do filme, estes dois seres humanos, que passaram pelo que passaram, e que aceitaram a recuperação, como inevitável.

Destacando esta epidemia como mundial, e real ao mesmo tempo, o filme em si é extremamente estoico, soberbo, colorido e belo, e vai procurar aceitação de todo o modo, em si, um filme que foge à regra do embelezamento pelos efeitos, e procura cativar com a verdade, e com a maneira como lhe surge na tela da sua sala, que nunca discirna, vai deixar audiências de queixo caído, e orgulhosamente emocionados, e trazer de volta sentimentos de ternura familiar, numa abordagem fluída e de celebração, de todo o envolvente combinado, onde se sente todo o amor e tempos difíceis, que afeta pelo meio da visualização, e homenagem aos personagens da vida real, que deram origem ao filme, corajosamente demonstrativo, um filme que deverá no futuro, ser mandatário para todos, todos os que crescem em ambientes iguais, ou de versão parecida, sem trepidação, e que caem numa espiral de dano perante o nosso olhar, é um filme drenante e que o comove, sem questões à parte, e maravilhosamente trabalhado por todos.

Então se conhece, se passou, se já assistiu, se tem conhecimento de algo na sua vida, que o levou a um estado parecido, de roubar dentro de casa, onde procurou a reabilitação, muitas vezes sem efeito, de forma inconsciente, onde a droga foi a sua má companhia, a sua pior inimiga, tudo o resto parecia impossível, este filme é o indicado para si, para levar quem já enfrentou estes demónios, e os venceu, o filme é a cara de uma realidade que não se deve, nem nunca evitar, por isso pare para assistir, e sinta a sensibilidade de um filme com toque de mestre, de escolhas, mas sobretudo de doenças, e de como encontrar as curas, porque ao fim, ser drogado, não é uma escolha, mas a doença que pode ser tratada, e encontrar uma solução, para uma vida idêntica a muitas tantas outras, e é preciso aceitação, ao fim, de todos.

Concluindo, a autocrítica ao filme, é mesmo não o ver, e dito isso, desejamos um bom filme, com Steve Carell e Timothée Chalamet, na vez dos escritores David e Nic Sheff.

DATA DE ESTREIA: 29/11/2018

REALIZAÇÃO: Felix van Groeningen

ARGUMENTO: Felix van Groeningen e Luke Davies

ELENCO: Steve Carell, Timothée Chalamet, Maura Tierney e Amy Ryan

GÉNERO: Biografia, Drama

CLASSIFICAÇÃO: M/16

PAÍS: EUA

ANO: 2018

DURAÇÃO: 120 minutos

 

 

 

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