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Dishonored 2 – Desenvolvendo missões épicas

É apanágio de Dishonored e não podia faltar na sequela: o jogador deve sempre escolher a rota que quiser para superar os obstáculos e agir de acordo com a sua moralidade.

Para começar, logo a seguir a uma pequena mas muito intensa cutscene inicial, somos logo confrontados com uma primeira e difícil escolha: jogar como Corvo Attano ou Emily Kaldwin? Ambas as personagens são carismáticas e possuem características únicas, para além das diferenças no desenrolar de toda a história que se seguirá. Depois, nas próprias missões, existem dilemas como seguir um ou outro alvo, ambos objetivos válidos, e mesmo dentro dessa escolha há mais, como matar ou não matar esses alvos. De acordo com a equipa que desenvolveu o jogo, depois de o completarmos pela primeira vez teremos visto, possivelmente, vinte por cento do seu conteúdo. Nada mau para uma aventura que, já de si, é bastante extensa. Vejam o vídeo abaixo, em que os próprios designers de Dishonored 2 falam sobre as missões e como as podemos abordar.

Pedro Moreira é Reviewer no 8.5Bits | twitter @morenho27 | pedromoreira@8dot5bits.com

Jogador desde os tempos do Spectrum, aficionado a jogos de Luta, Condução e RPG. Estudou Línguas e Literaturas na Universidade Nova de Lisboa, e Línguas, Literaturas e Culturas na Universidade de Évora. É Professor de Português e Espanhol, e nos (poucos) tempos livres consegue, por vezes, ligar o PC.

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