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Review de “Green Book – Um Guia Para a Vida”

Em 1962, Tony “Tony Lip” Vallelonga, um rígido segurança, do Bronx, recebe a mais promissora oferta de trabalho, ser motorista do clássico pianista afro-americano, Dr. Don Shirley, para uma impensável tour de concertos pelos estados mais a sul, dos Estados Unidos da América, e o resto, deu origem a esta inspirada história verídica.

No próximo dia 24, a estreia nacional da semana é, Green Book – Um Guia Para a Vida, um filme biográfico e de comédia dramática, realizado por Peter Farrelly, sobre um italo-americano da classe trabalhadora americana, um relações públicas na sua área, que se vê tornar no motorista de um reconhecido músico negro, numa viagem local aos confins profundos, de uma sulista América, nos anos 60.

Um filme, como não verá outro nos próximos tempos, pois já raramente são os filmes que se fazem, que tenham tão bom ar como este, transborda de boas performances, uma escrita sólida e imensa, e uma boa dose de humor, que nos leva pelas rotas americanas, como se fossemos um passageiro naquele carro, é um filme de mestre, com toda a importância atual devida, mas que não deixa de ser apenas isso, é um filme de uma amizade inspiradora, sobre superar o ódio, e aceitar o outro, de deixar o lar e a família, e embarcar numa aventura, com um guia de como viajar na segregada parte sul, e de um erudita pianista, com os seus problemas, e do prático segurança italiano, sem modos e educação, que ambos se juntam, como uma perfeita simbiose, pelas injustiças ao longo da estrada, enfrentando tudo e todos, juntos e unidos, e que nela regressa uma amizade, e sobretudo, um entendimento que mudou ambas as suas vidas.

Com os atores, Viggo Mortensen e Mahershala Ali, nos principais papéis, e ainda a atriz Linda Cardellini, o par principal é arrasador, ao nível de elevar e representar uma pessoa da vida real, os maneirismos e diálogos que ambos os dois trocam, são de uma genuinidade gigante, realisticamente expressionista e despertador, não sendo um típico filme de estrada, consegue ser divertido e inteligente, entretenimento puro, sempre com o olhar pelo racismo que habitou aquela era, é uma história maravilhosa, da amizade mais ténue e verdadeira, da rejeição à aceitação, o poder do cinema na sua melhor expressão, onde ambos os atores submetem os espetadores ao mais ínfimo detalhe, são representações de pura classe, do melhor que vi nos últimos tempos, realmente fazem o personagem, em todas as nuances são enormes, e com uma interação fora do normal, do comum que entusiasma quem os vê, num filme de abrir o coração, com um dos finais mais perfeitos da história recente do cinema, onde o filme começa e acaba, de onde corre uma imensa gratidão por o ter assistido, e caminha para o que deve ser o mundo, mas não o que realmente ainda encontramos nele.

Puro ouro, o filme do ano, ou apenas um filme de boa música e carros, quando o vir tire as suas próprias impressões, mas que o filme é inteligente, completo, e sobretudo divertido, lá isso é, uma grande vitória para a sétima arte, esta trama já aclamada é a apótese do ano fílmico, uma película virtuosa, que nos enche de esperança, e nos faz passar um ótimo tempo, é o filme perfeito para levar a família ao cinema, na descontração de uma viagem de carro, vai ficar enriquecido por ter parado para o ver, sem ação crescente e desmesurada, apenas excelência cativante até ao fim, numa ideia de amor e risos, ao drama profundo da consciência, do pouco educado racista, ao negro mestre na sua arte, a imagem de ambos travarem uma amizade é o que mais emociona, e o que mais o vai emocionar a si, e tal o vai ser, que o vai recomendar a muitos, cenas de grande compaixão e emoção, como a das escrita de uma carta, do magnetismo dos dois personagens, que se travam de personalidades, mas que conseguem se induzir a si mesmos, na amizade, um verdadeiro filme para o espetador.

Sabendo de, que provavelmente todos os negros, que fossem viajar, principalmente ao sul, acabavam espancados ou mortos, ainda dá mais poder ao filme, na personagem do guia que recomendava onde ficarem, para evitarem problemas, e onde duas pessoas cheias de dilemas morais, de paradigmas e preconceitos, onde ambos abraçam a mudança, e o comportamento ao longo do filme é visível, na conquista da veracidade, na partilha de uma mensagem, num filme que coloca o dedo na ferida, mas que ainda consegue, mostrar beleza na imagem e paisagens que o filme acaba por encontrar, é o filme de companheiros desconhecidos, que se tornam em amigos.

Um filme de ideais, mas que ainda explora todos os problemas à sua volta, do passado e atuais, e por isso, é capaz de ser o grande filme que esperávamos, e que o deve fazer pensar, refletir e sentir, no caminho da mediocridade, pavimentado pelo talento da raça, e das boas intenções, num filme de julgamento sobre a cultura, e o que nelas provém, sem ser snobe ou pouco social, explora temas que convém refletir e olhar atualmente, e que à partida não nos interessam, ou parecem escondidos, ou permanecem em segredo, mas que se revelam como fundamentais, e fundamentáveis, mas que não se confundem com a ironia destas mesmas vidas.

Consensualmente falando, o filme eleva o seu público numa surpreendente viagem calma e relaxante, potencialmente turbulenta ao longo do caminho, à partida, alimentado pelo toque de dois homens e das suas histórias, confrontando racismo e diferenças, numa jornada de uma vida, num filme gentil, com muito detalhe de contador de histórias, numa única forma de ver o mundo, explorando uma das facetas mais discutíveis, a da cor, e é por isso que o filme brilha, porque consegue criticar, mas mesmo assim, criar dela uma história curiosa e diferenciada, que todos devem assistir.

Em 2019, se ouvíssemos a história de um desempregado trabalhador de discoteca, a aceitar qualquer trabalho, mesmo com um temperamento difícil, teríamos de ver este filme, é como o realizar de um sonho utópico, só encanta e dá mais valor ao que se pretende dele, e por isso é que irá triunfar, mesmo sendo um filme de italianos sem modos a comerem, com um negro homossexual músico, é de valorar o trabalho e dedicação que este filme consegue passar em nós, e que em si irá, sem dúvida, fazer abrir horizontes para mais como esta.

Não perca, e vá ao cinema, dia 24, estreia, Green Book – Um Guia Para a Vida.

DATA DE ESTREIA: 24/01/2019

REALIZAÇÃO: Peter Farrelly

ARGUMENTO: Peter Farrelly, Nick Vallelonga, Brian Hayes Currie

ELENCO: Viggo Mortensen, Mahershala Ali, Linda Cardellini

GÉNERO: Biografia, Comédia, Drama

PAÍS: EUA

ANO: 2018

DURAÇÃO: 130 minutos

 

Análise a ‘IO’

 

Io é a lua de Júpiter onde a humanidade vai procurar refúgio neste cenário pós-apocalíptico em que as alterações climáticas tornaram tóxico o próprio ar do nosso planeta. Mas não é nessa colónia distante que o filme se foca. Na Terra, a jovem cientista Sam Walden (Margaret Qualley) insiste na pesquisa que assenta na filosofia que partilha como o seu pai, Dr. Henry Walden (Danny Huston): A vida adaptar-se-á às novas condições, e a humanidade deve lutar pela sobrevivência no planeta. O seu conflito interno, entre a luta por esta crença e a necessidade de abandonar o planeta cada vez mais hostil, é o ponto de partida do filme.

A mensagem ambientalista pode não ser o foco da história, mas tem um forte peso, com uma representação pungente da volatilidade das condições que permitem a vida no nosso planeta. Fora de pequenas áreas onde o ar é respirável, as deslocações são apenas possíveis utilizando máscaras de oxigénio. As plantas que sobrevivem adquirem uma coloração diferente, a terra, o ar e o mar acabaram desprovidos de animais.

Quando um estranho num balão (Anthony Mackie) aparece à procura de Henry Walden antes de partir para a última nave que transportará pessoas para a nova colónia em Io, despoleta uma pesada trama inter-relacional.

“Io – Last on Eart” procura explorar estas personagens revelando lentamente os seus motivos através das suas ações e diálogos, tentando atingir uma profundidade que nem está presente no guião nem na representação. Longas cenas preenchidas com nada mais que estes diálogos insípidos minam o ritmo do filme que nunca chega a fazer sentir a tensão que pretende apresentar.

Com um pé nos sucessos da exploração espacial e outro no fim do mundo como o conhecemos, a história da humanidade tem um destaque reverencial através da arte e mitologia clássica, numa dualidade entre as maravilhas e a perversidade da natureza humana.

 

Nilton recebeu o Prémio Personalidade Cinco Estrelas 2019 na Categoria de Rádio

Os portugueses distinguiram o Nilton como Personalidade Cinco Estrelas na categoria “Rádio”

Nilton comentou “Quando me ligaram a falar deste prémio disseram que: “Notoriedade espontânea significa que das figuras que fazem rádio em Portugal, o meu nome é o mais reconhecido”, eu explodi de alegria mas depois lembrei-me que com este nome já levo alguma vantagem. Ainda assim mantenho 90% da felicidade porque os melhores prémios são os que nos chegam do público e só por isso já compensou ter acordado todos os dias às 5 da manhã (isso e o meu ordenado, não vá a malta da RFM pensar que basta o reconhecimento). Mas este prémio 5 estrelas é acima de tudo para um colectivo (agora parecia treinador de futebol), que são os colegas da RFM que me dão voz há 6 anos, e acima de tudo para as equipas que têm feito comigo o Café da Manhã. O José Coimbra e a Carla Rocha que me abriram a porta. A Joana Cruz e o André Henriques, o Rodrigo Gomes e o Duarte Pita Negrão, o Miguel Santos, o Frederico Costa, o Pedro Simões, o Sérgio Moutinho, o Pedro Caeiro, e claro, o Pedro Fernandes e a Mariana Alvim que todos os dias lá estão comigo no estúdio, juntos mas vestidos porque o nosso director António Mendes não permite maluquices. Só por isso. Obrigado e parabéns à RFM”.

Com quase 20 anos de carreira, Nilton apelida-se como um contribuinte que faz stand up comedy há 18 anos nas principais salas portuguesas e para as maiores empresas em Portugal. Editou dois dvd, escreveu 8 livros. Apresentou durante 7 anos o talk-show “5 Para a Meia Noite” na RTP e encabeça o programa “Café da Manhã” da RFM. Continua a ser o humorista português com mais seguidores das redes sociais e o único que passou a barreira de um milhão de seguidores no Facebook. Os seus vídeos no youtube contam com mais de 25 milhões de visualizações.

Outras personalidades distinguidas com o Prémio Cinco Estrelas 2019: Sofia Castro Fernandes | Ás 9 no meu blogue (bloggers; vloggers; youtubers); Marcelo Rebelo de Sousa (Politica), Ruy de Carvalho (Teatro), Carolina Deslandes (Música); Fátima Lopes ( Criadores de moda); Rui Nabeiro (Mundo Empresarial), José Rodrigues dos Santos (Literatura); Rodrigo Guedes de Carvalho (Jornalismo), Cristiano Ronaldo (Desporto), Daniela Ruah (Cinema); Manuel Luis Goucha (Televisão), Claudia Vieira (Telenovelas), Catarina Furtado (Solidariedade), Sara Sampaio (Manequins), Cristina Ferreira (Prémio Carreira) e Nelson Évora (Desporto – outras modalidades).

O Prémio Cinco Estrelas é um sistema de avaliação que tem como objetivo ajudar os consumidores a identificar o melhor que existe no mercado a todos os níveis, e sendo as personalidades de exposição mediática influenciadores da opinião pública, consideram que também elas devem ser alvo desta metodologia que é considerada pelas empresas de estudos de opinião e sondagens a mais completa e rigorosa do mercado. Por isso, decidiram ouvir os portugueses sobre quais as personalidades que consideram realmente extraordinárias nas suas funções.

Nesta 5ª edição do Prémio Cinco Estrelas foram analisadas 155 categorias, donde saíram vencedores 116 marcas, 16 órgãos de comunicação social e 17 personalidades, num total de 774 avaliações feitas.

Passatempo Antestreia – Correio de Droga

8.5Bits em parceria com a Warner Bros. Pictures e NOS Audiovisuais têm para te oferecer a possibilidade de assistires à antestreia do filme ‘Correio de Droga‘.

Título Original: The Mule
Género: Drama/Thriller
Elenco: Bradley Cooper, Clint Eastwood, Manny Montana
Realização: Clint Eastwood
Argumento: Sam Dolnick, Nick Schenk

Sinopse: “A Warner Bros. Pictures, a Imperative Entertainment e a BRON Creative trazem-nos o novo filme de Clint Eastwood, o drama “Correio da Droga”. Além da realização, o actor veterano volta a estar à frente da câmara, contracenando com actores como Bradley Cooper, Laurence Fishburne, Michael Peña, Dianne Wiest e Andy Garcia, bem como Alison Eastwood, Taissa Farmiga, Ignacio Serricchio, Loren Dean e Eugene Cordero.

Eastwood protagoniza Earl Stone, um octogenário que se encontra falido e sozinho. Na sequência do processo de falência da sua empresa, propõem-lhe um trabalho que lhe exige simplesmente que conduza. Parece uma tarefa fácil, mas sem que se aperceba, Earl vê-se contratado por um cartel de droga mexicano. Graças à sua eficiência, aumentam-lhe o carregamento e põem-no ao serviço de um traficante. No entanto, este não é o único a vigiar Earl: o misterioso novo correio atraiu as atenções do ambicioso Colin Bates, um agente da DEA. E embora Earl deixe de ter problemas de dinheiro, os erros do passado começam a pesar-lhe e é duvidoso que ele tenha tempo de corrigir o mal que fez antes que as autoridades ou os agentes fiscalizadores do cartel lhe deitem a mão.”

Temos 20 convites para a antestreia:

10 convites duplos
Lisboa – Cinema UCI, El Corte Inglés – Dia 30 de Janeiro, às 21:30h

10 convites duplos
Porto – Cinema UCI, Arrábida –Dia 30 de Janeiro, às 21:30h

Podes participar até às 12h de dia 29 de Janeiro.

Para participares só tens de
-Preencher o formulário abaixo
-Partilhar publicamente esta publicação:

Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

NO CINEMA A 31 DE JANEIRO

#CorreioDeDroga

© 2019 Warner Bros. Ent. All Rights Reserved

O envio da listagem de vencedores para os cinemas é da responsabilidade do distribuidor do filme sendo o 8.5Bits apenas promotor do passatempo. 
Em situações extraordinárias, os vencedores poderão contactar-nos via mensagem privada no Facebook.

Editor's Choice

Review de “Green Book – Um Guia Para a Vida”

Em 1962, Tony “Tony Lip” Vallelonga, um rígido segurança, do Bronx, recebe a mais promissora oferta de trabalho, ser motorista do clássico pianista afro-americano, Dr. Don Shirley, para uma impensável tour de concertos pelos estados mais a sul, dos Estados Unidos da América, e o resto, deu origem a esta inspirada história verídica.

No próximo dia 24, a estreia nacional da semana é, Green Book – Um Guia Para a Vida, um filme biográfico e de comédia dramática, realizado por Peter Farrelly, sobre um italo-americano da classe trabalhadora americana, um relações públicas na sua área, que se vê tornar no motorista de um reconhecido músico negro, numa viagem local aos confins profundos, de uma sulista América, nos anos 60.

Um filme, como não verá outro nos próximos tempos, pois já raramente são os filmes que se fazem, que tenham tão bom ar como este, transborda de boas performances, uma escrita sólida e imensa, e uma boa dose de humor, que nos leva pelas rotas americanas, como se fossemos um passageiro naquele carro, é um filme de mestre, com toda a importância atual devida, mas que não deixa de ser apenas isso, é um filme de uma amizade inspiradora, sobre superar o ódio, e aceitar o outro, de deixar o lar e a família, e embarcar numa aventura, com um guia de como viajar na segregada parte sul, e de um erudita pianista, com os seus problemas, e do prático segurança italiano, sem modos e educação, que ambos se juntam, como uma perfeita simbiose, pelas injustiças ao longo da estrada, enfrentando tudo e todos, juntos e unidos, e que nela regressa uma amizade, e sobretudo, um entendimento que mudou ambas as suas vidas.

Com os atores, Viggo Mortensen e Mahershala Ali, nos principais papéis, e ainda a atriz Linda Cardellini, o par principal é arrasador, ao nível de elevar e representar uma pessoa da vida real, os maneirismos e diálogos que ambos os dois trocam, são de uma genuinidade gigante, realisticamente expressionista e despertador, não sendo um típico filme de estrada, consegue ser divertido e inteligente, entretenimento puro, sempre com o olhar pelo racismo que habitou aquela era, é uma história maravilhosa, da amizade mais ténue e verdadeira, da rejeição à aceitação, o poder do cinema na sua melhor expressão, onde ambos os atores submetem os espetadores ao mais ínfimo detalhe, são representações de pura classe, do melhor que vi nos últimos tempos, realmente fazem o personagem, em todas as nuances são enormes, e com uma interação fora do normal, do comum que entusiasma quem os vê, num filme de abrir o coração, com um dos finais mais perfeitos da história recente do cinema, onde o filme começa e acaba, de onde corre uma imensa gratidão por o ter assistido, e caminha para o que deve ser o mundo, mas não o que realmente ainda encontramos nele.

Puro ouro, o filme do ano, ou apenas um filme de boa música e carros, quando o vir tire as suas próprias impressões, mas que o filme é inteligente, completo, e sobretudo divertido, lá isso é, uma grande vitória para a sétima arte, esta trama já aclamada é a apótese do ano fílmico, uma película virtuosa, que nos enche de esperança, e nos faz passar um ótimo tempo, é o filme perfeito para levar a família ao cinema, na descontração de uma viagem de carro, vai ficar enriquecido por ter parado para o ver, sem ação crescente e desmesurada, apenas excelência cativante até ao fim, numa ideia de amor e risos, ao drama profundo da consciência, do pouco educado racista, ao negro mestre na sua arte, a imagem de ambos travarem uma amizade é o que mais emociona, e o que mais o vai emocionar a si, e tal o vai ser, que o vai recomendar a muitos, cenas de grande compaixão e emoção, como a das escrita de uma carta, do magnetismo dos dois personagens, que se travam de personalidades, mas que conseguem se induzir a si mesmos, na amizade, um verdadeiro filme para o espetador.

Sabendo de, que provavelmente todos os negros, que fossem viajar, principalmente ao sul, acabavam espancados ou mortos, ainda dá mais poder ao filme, na personagem do guia que recomendava onde ficarem, para evitarem problemas, e onde duas pessoas cheias de dilemas morais, de paradigmas e preconceitos, onde ambos abraçam a mudança, e o comportamento ao longo do filme é visível, na conquista da veracidade, na partilha de uma mensagem, num filme que coloca o dedo na ferida, mas que ainda consegue, mostrar beleza na imagem e paisagens que o filme acaba por encontrar, é o filme de companheiros desconhecidos, que se tornam em amigos.

Um filme de ideais, mas que ainda explora todos os problemas à sua volta, do passado e atuais, e por isso, é capaz de ser o grande filme que esperávamos, e que o deve fazer pensar, refletir e sentir, no caminho da mediocridade, pavimentado pelo talento da raça, e das boas intenções, num filme de julgamento sobre a cultura, e o que nelas provém, sem ser snobe ou pouco social, explora temas que convém refletir e olhar atualmente, e que à partida não nos interessam, ou parecem escondidos, ou permanecem em segredo, mas que se revelam como fundamentais, e fundamentáveis, mas que não se confundem com a ironia destas mesmas vidas.

Consensualmente falando, o filme eleva o seu público numa surpreendente viagem calma e relaxante, potencialmente turbulenta ao longo do caminho, à partida, alimentado pelo toque de dois homens e das suas histórias, confrontando racismo e diferenças, numa jornada de uma vida, num filme gentil, com muito detalhe de contador de histórias, numa única forma de ver o mundo, explorando uma das facetas mais discutíveis, a da cor, e é por isso que o filme brilha, porque consegue criticar, mas mesmo assim, criar dela uma história curiosa e diferenciada, que todos devem assistir.

Em 2019, se ouvíssemos a história de um desempregado trabalhador de discoteca, a aceitar qualquer trabalho, mesmo com um temperamento difícil, teríamos de ver este filme, é como o realizar de um sonho utópico, só encanta e dá mais valor ao que se pretende dele, e por isso é que irá triunfar, mesmo sendo um filme de italianos sem modos a comerem, com um negro homossexual músico, é de valorar o trabalho e dedicação que este filme consegue passar em nós, e que em si irá, sem dúvida, fazer abrir horizontes para mais como esta.

Não perca, e vá ao cinema, dia 24, estreia, Green Book – Um Guia Para a Vida.

DATA DE ESTREIA: 24/01/2019

REALIZAÇÃO: Peter Farrelly

ARGUMENTO: Peter Farrelly, Nick Vallelonga, Brian Hayes Currie

ELENCO: Viggo Mortensen, Mahershala Ali, Linda Cardellini

GÉNERO: Biografia, Comédia, Drama

PAÍS: EUA

ANO: 2018

DURAÇÃO: 130 minutos

 

Análise a ‘IO’

 

Io é a lua de Júpiter onde a humanidade vai procurar refúgio neste cenário pós-apocalíptico em que as alterações climáticas tornaram tóxico o próprio ar do nosso planeta. Mas não é nessa colónia distante que o filme se foca. Na Terra, a jovem cientista Sam Walden (Margaret Qualley) insiste na pesquisa que assenta na filosofia que partilha como o seu pai, Dr. Henry Walden (Danny Huston): A vida adaptar-se-á às novas condições, e a humanidade deve lutar pela sobrevivência no planeta. O seu conflito interno, entre a luta por esta crença e a necessidade de abandonar o planeta cada vez mais hostil, é o ponto de partida do filme.

A mensagem ambientalista pode não ser o foco da história, mas tem um forte peso, com uma representação pungente da volatilidade das condições que permitem a vida no nosso planeta. Fora de pequenas áreas onde o ar é respirável, as deslocações são apenas possíveis utilizando máscaras de oxigénio. As plantas que sobrevivem adquirem uma coloração diferente, a terra, o ar e o mar acabaram desprovidos de animais.

Quando um estranho num balão (Anthony Mackie) aparece à procura de Henry Walden antes de partir para a última nave que transportará pessoas para a nova colónia em Io, despoleta uma pesada trama inter-relacional.

“Io – Last on Eart” procura explorar estas personagens revelando lentamente os seus motivos através das suas ações e diálogos, tentando atingir uma profundidade que nem está presente no guião nem na representação. Longas cenas preenchidas com nada mais que estes diálogos insípidos minam o ritmo do filme que nunca chega a fazer sentir a tensão que pretende apresentar.

Com um pé nos sucessos da exploração espacial e outro no fim do mundo como o conhecemos, a história da humanidade tem um destaque reverencial através da arte e mitologia clássica, numa dualidade entre as maravilhas e a perversidade da natureza humana.

 

Nilton recebeu o Prémio Personalidade Cinco Estrelas 2019 na Categoria de Rádio

Os portugueses distinguiram o Nilton como Personalidade Cinco Estrelas na categoria “Rádio”

Nilton comentou “Quando me ligaram a falar deste prémio disseram que: “Notoriedade espontânea significa que das figuras que fazem rádio em Portugal, o meu nome é o mais reconhecido”, eu explodi de alegria mas depois lembrei-me que com este nome já levo alguma vantagem. Ainda assim mantenho 90% da felicidade porque os melhores prémios são os que nos chegam do público e só por isso já compensou ter acordado todos os dias às 5 da manhã (isso e o meu ordenado, não vá a malta da RFM pensar que basta o reconhecimento). Mas este prémio 5 estrelas é acima de tudo para um colectivo (agora parecia treinador de futebol), que são os colegas da RFM que me dão voz há 6 anos, e acima de tudo para as equipas que têm feito comigo o Café da Manhã. O José Coimbra e a Carla Rocha que me abriram a porta. A Joana Cruz e o André Henriques, o Rodrigo Gomes e o Duarte Pita Negrão, o Miguel Santos, o Frederico Costa, o Pedro Simões, o Sérgio Moutinho, o Pedro Caeiro, e claro, o Pedro Fernandes e a Mariana Alvim que todos os dias lá estão comigo no estúdio, juntos mas vestidos porque o nosso director António Mendes não permite maluquices. Só por isso. Obrigado e parabéns à RFM”.

Com quase 20 anos de carreira, Nilton apelida-se como um contribuinte que faz stand up comedy há 18 anos nas principais salas portuguesas e para as maiores empresas em Portugal. Editou dois dvd, escreveu 8 livros. Apresentou durante 7 anos o talk-show “5 Para a Meia Noite” na RTP e encabeça o programa “Café da Manhã” da RFM. Continua a ser o humorista português com mais seguidores das redes sociais e o único que passou a barreira de um milhão de seguidores no Facebook. Os seus vídeos no youtube contam com mais de 25 milhões de visualizações.

Outras personalidades distinguidas com o Prémio Cinco Estrelas 2019: Sofia Castro Fernandes | Ás 9 no meu blogue (bloggers; vloggers; youtubers); Marcelo Rebelo de Sousa (Politica), Ruy de Carvalho (Teatro), Carolina Deslandes (Música); Fátima Lopes ( Criadores de moda); Rui Nabeiro (Mundo Empresarial), José Rodrigues dos Santos (Literatura); Rodrigo Guedes de Carvalho (Jornalismo), Cristiano Ronaldo (Desporto), Daniela Ruah (Cinema); Manuel Luis Goucha (Televisão), Claudia Vieira (Telenovelas), Catarina Furtado (Solidariedade), Sara Sampaio (Manequins), Cristina Ferreira (Prémio Carreira) e Nelson Évora (Desporto – outras modalidades).

O Prémio Cinco Estrelas é um sistema de avaliação que tem como objetivo ajudar os consumidores a identificar o melhor que existe no mercado a todos os níveis, e sendo as personalidades de exposição mediática influenciadores da opinião pública, consideram que também elas devem ser alvo desta metodologia que é considerada pelas empresas de estudos de opinião e sondagens a mais completa e rigorosa do mercado. Por isso, decidiram ouvir os portugueses sobre quais as personalidades que consideram realmente extraordinárias nas suas funções.

Nesta 5ª edição do Prémio Cinco Estrelas foram analisadas 155 categorias, donde saíram vencedores 116 marcas, 16 órgãos de comunicação social e 17 personalidades, num total de 774 avaliações feitas.

Passatempo Antestreia – Correio de Droga

8.5Bits em parceria com a Warner Bros. Pictures e NOS Audiovisuais têm para te oferecer a possibilidade de assistires à antestreia do filme ‘Correio de Droga‘.

Título Original: The Mule
Género: Drama/Thriller
Elenco: Bradley Cooper, Clint Eastwood, Manny Montana
Realização: Clint Eastwood
Argumento: Sam Dolnick, Nick Schenk

Sinopse: “A Warner Bros. Pictures, a Imperative Entertainment e a BRON Creative trazem-nos o novo filme de Clint Eastwood, o drama “Correio da Droga”. Além da realização, o actor veterano volta a estar à frente da câmara, contracenando com actores como Bradley Cooper, Laurence Fishburne, Michael Peña, Dianne Wiest e Andy Garcia, bem como Alison Eastwood, Taissa Farmiga, Ignacio Serricchio, Loren Dean e Eugene Cordero.

Eastwood protagoniza Earl Stone, um octogenário que se encontra falido e sozinho. Na sequência do processo de falência da sua empresa, propõem-lhe um trabalho que lhe exige simplesmente que conduza. Parece uma tarefa fácil, mas sem que se aperceba, Earl vê-se contratado por um cartel de droga mexicano. Graças à sua eficiência, aumentam-lhe o carregamento e põem-no ao serviço de um traficante. No entanto, este não é o único a vigiar Earl: o misterioso novo correio atraiu as atenções do ambicioso Colin Bates, um agente da DEA. E embora Earl deixe de ter problemas de dinheiro, os erros do passado começam a pesar-lhe e é duvidoso que ele tenha tempo de corrigir o mal que fez antes que as autoridades ou os agentes fiscalizadores do cartel lhe deitem a mão.”

Temos 20 convites para a antestreia:

10 convites duplos
Lisboa – Cinema UCI, El Corte Inglés – Dia 30 de Janeiro, às 21:30h

10 convites duplos
Porto – Cinema UCI, Arrábida –Dia 30 de Janeiro, às 21:30h

Podes participar até às 12h de dia 29 de Janeiro.

Para participares só tens de
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Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

NO CINEMA A 31 DE JANEIRO

#CorreioDeDroga

© 2019 Warner Bros. Ent. All Rights Reserved

O envio da listagem de vencedores para os cinemas é da responsabilidade do distribuidor do filme sendo o 8.5Bits apenas promotor do passatempo. 
Em situações extraordinárias, os vencedores poderão contactar-nos via mensagem privada no Facebook.

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