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Análise à PlayStation Classic

A PlayStation faz parte da minha geração, tanto como uma máquina de teletransporte escondida ao lado da TV ou como um elemento, quase morfológico, que esteve ali ao longo de todas as reviravoltas que a vida nos deu ao longo dos últimos 23 anos. A notícia da chegada da PlayStation Classic fez soar o sino da nostalgia, principalmente pelo leque de jogos que traz consigo. Moda são, também, estes emuladores – que passam pela Nintendo até mesmo à MegaDrive. No entanto, e embora a oferta dos jogos incluídos seja interessante de um lado e de outro, a PlayStation Classic ganha essa batalha a milhas.

Estranho é que a consola em si, sem balanças à mistura e usando a perfeição do intelecto de centenas de jogos que nos passaram pelas mãos, pesa menos que uma caixa de um jogo da primeira PlayStation. A caixa quadrada, com o disco (ou discos), os booklets e uma ou outra surpresa ou publicidade externa a outro jogo relacionado, eram o peso que os códigos e compras digitais nunca irão substituir. E esta comparação de peso entre uma consola, com 20 jogos, e a caixa de um jogo apenas é uma metáfora de algo que, por já ter testado outras consolas semelhantes, se revelou numa surpresa sem laço ou embrulho.

PlayStation Classic

Valeu apenas ouvir o jingle de abertura do sistema, que faz sempre vibrar algo dentro do estômago, como se aquele som fizesse parte de uma ligação externa, orgânica do corpo. Já o que acontece depois, deixa-nos o estômago meio vazio – muito pelo sentimento de estamos a jogar um emulador que nos deixa um pouco… desinteressados. Correndo o emulador open-source PCSX ReARMed, a Sony PlayStation escondeu alguns menus que podem melhorar a experiência dos mestres de informática mais astutos, mas que por mais ajustes aqui ou ali, os jogadores veteranos, que de facto tiveram nas mãos a primeira consola, ficarão um pouco desiludidos com a experiência.

Mas esta é também uma oportunidade única dos jovens jogadores testarem pérolas que nos preencheram horas a fio há anos e anos e perceberem como a evolução dos videojogos é incrivelmente rápida. Não é demais recordar a lista de jogos disponíveis:

  • Battle Arena Toshinden™
  • Cool Boarders 2
  • Destruction Derby
  • Final Fantasy VII
  • Grand Theft Auto
  • Intelligent Qube
  • Jumping Flash
  • Metal Gear Solid
  • Mr Driller
  • Oddworld: Abe’s Oddysee®
  • Rayman
  • Resident Evil™ Director’s Cut
  • Revelations: Persona
  • Ridge Racer Type 4
  • Super Puzzle Fighter II Turbo®
  • Syphon Filter
  • Tekken 3
  • Tom Clancy’s Rainbow 6
  • Twisted Metal
  • Wild Arms

Não substitui a primeira PlayStation, mas também não era esse o objectivo. É um excelente presente de Natal para os mais nostálgicos e para os mais novos.

 

Análise por Bernardo Candeias e Gonçalo Béjinha

Battlefield V

No quinto jogo da saga Battlefield a EA DICE leva-nos novamente aos cenários da Segunda Guerra Mundial.

Modo Campanha

No modo campanha chamado de “Histórias de Guerra”, é-nos apresentado em capítulos sendo todos eles com o objectivo único de recrear momentos importantes da grande guerra. O enredo passa-se em diversos sítios como África, Noruega e Sul de França, e todos os capítulos são com personagens diferentes, mostrando sempre a história desses personagens de forma a “vivenciar” mais o modo história, que poderá terminar de um modo mais feliz ou até infeliz.

O Battlefield V baseia-se muito na escassez, obrigando a uma grande gestão de munições e armas. A variedade de armas é grande, permitindo ao jogador escolher entre ataques mais agressivos usando um metralhadora ou uma caçadeira, bem como agir de forma mais cautelosa e usar uma arma de longo alcance como uma carabina.
Os cenários apesar de não serem muito extensos, são grandes o suficiente para podermos escolher a tácita que mais gostamos, ou a mais adequada para a situação, e quando as armas não são suficientes ainda temos ao dispor uma serie de veículos tais como tanques, jipes munidos de metralhadoras e até aviões de combate, sendo estes últimos muito difíceis de controlar.

Grafismo e Som

O grafismo apresentado é algo simplesmente maravilhoso, os detalhes são impressionantes, a beleza gráfica ajuda a “entrar” dentro jogo e não cria aquela barreira que separa o mundo real da ficção, por outras palavras é como se estivéssemos a viver aquele momento.
Os efeitos sonoros estão bem conseguidos, as vozes estão nítidas e perceptíveis.

Tides of War

Apesar de o primeiro update ter sido adiado várias vezes, finalmente foi lançado no dia 5 de Dezembro, trazendo consigo várias novidades, tal como o modo Multiplayer, o Campo de tiro, e Panzerstorm..

Multiplayer – temos disponíveis vários modos de jogo como o capture the flag e Team Deathmatch, e podemos escolher entre quatro classes, sendo elas: soldado, engenheiro, médico e franco atirador. Uma boa diversidade e coordenação na equipa permite maior sucesso. Um dos pontos negativos que acho que poderia estar melhor é o mapa, pois é muito confuso fazendo-nos perder muito tempo, tempo esse que poderá ser fatal e baralhar toda a táctica da equipa.

Campo de tiro – neste modo permite-nos praticar e aperfeiçoar a pontaria, numa grande variedade de cenários e armas. Cada arma e cenário é um round cronometrado, de forma a podermos ter a noção da nossa evolução ao longo do tempo.

Panzerstorm – Este modo também Multiplayer (mas que merece um destaque), recria a Batalha de Hannut, passada na Bélgica em 1940, e que é nada mais nada menos que uma batalha com os famosos tanques Panzer. Os jogadores vão ter que tirar o máximo proveito do terreno de forma a não cair em emboscadas, e o apoio aéreo é fundamental para poder ter sucesso.

Conclusão

A EA DICE não dececionou com o Battlefield V, deixando assim a fasquia alta para o seu concorrente Call of Duty.
Apesar do modo campanha ser um pouco curto (uma média de 2 horas cada capitulo), é o modo multiplayer que mais destaque tem, faltando ainda o que muitos jogadores esperavam que é um modo Battle Royale.

10 Filmes Natal

Natal à porta, sinónimo de cinema, é com esta ideia que decidimos sugerir, uma lista de filmes para o aquecer nesta época, sempre em família e acompanhado de boas maratonas, deixamos então o nosso top de escolhas, são dez os clássicos natalícios, que temos para si, de que certamente viu ou pensou rever, onde acima de tudo, o queremos fazer companhia, a celebrar consigo, todo o nosso espírito de Natal.

Começando num regresso ao passado, mais propriamente, ao longinco ano de 1946, a nossa primeira sugestão vai para o filme, Do Céu Caiu Uma Estrela, de Frank Capra, com a dupla de sucesso, James Stewart e Donna Reed, na história de um anjo enviado do céu, no auxílio de um homem, ao mostrar-lhe como seria a sua vida, se nunca tivesse existido, num filme repleto de sonhos e reflecção, nomeado esse ano, por cinco vezes aos Óscares.

A seguir, sugerimos para si, um dos mais apreciados desta quadra, Música no Coração, de 1965, filme realizado por Robert Wise, a atriz Julie Andrews, e o ator veterano, Christopher Plummmer, hoje em dia, com 83 e 88 anos, respetivamente, ambos bem vivos, tal e qual como o filme, que dura e perdura, provavelmente, o musical de todos os musicais, sobre uma mulher que decide sair de um convento austríaco, para ajudar numa casa repleta de crianças, de um viúvo oficial da marinha, este que, vencendo todos os cinco Óscares, para que foi nomeado.

Continuamos com, Uma História de Natal, filme de 1983, mais virado para as crianças, dirigido por Bob Clark, com Peter Billingsley, narra a época dos anos 40, onde um jovem de nome Ralphie, numa tentativa de persuadir os pais, professor e, Pai Natal, de que uma pistola é, a sua prenda perfeita, num clássico muito divertido e talvez, até se calhar, bastante atual.

Em seguida, a sugestão de uma animação, com o filme de 1993, de Tim Burton, a animação de, O Estranho Mundo de Jack, um dos seus melhores na minha opinião, a imaginativa história de um esqueleto vivo, Jack, que descobre a cidade do Natal, na tentativa de trazer o próprio Natal para sua casa, o filme que foi também, nomeado pelos efeitos visuais, a um Óscar.

O filme britânico, O Amor Acontece, de 2003, é o filme que se segue, escrito e realizado por Richard Curtis, com um leque de atores como, Hugh Grant, Liam Neeson, Bill Nighy, Colin Firth, Emma Thompson, Martin Freeman, Keira Knightley, e que contou com a atriz portuguesa Lúcia Moniz, num dos principais papéis, seguiu as histórias de oito vidas diferentes, casais e as suas respetivas relações, em contos frenéticos, um mês antes do Natal, na cidade de Londres.

Agora os clássicos, já intemporais para o público, Sozinho em Casa, e a sua sequela, Sozinho em Casa 2: Perdido em Nova Iorque, filmes que a todo os anos, nos repletam a televisão, com as aventuras do jovem Kevin McCallister, deixado para trás na véspera de Natal, aterrorizado pelo gangue do costume, mas dizer que o ator, Macaulay Culkin, se encontra hoje, melhor do que nunca, como podemos acompanhar, na sua rede social.

De Robert Zemeckis, o recontar do conto do escritor Charles Dickens, do romance vitoriano, Um Conto de Natal, de 2009, com Jim Carrey, na pele de Scrooge, ainda com os atores, Gary Oldman e Colin Firth, num filme para crianças, com fantasmas assustadores, e do mesmo realizador, com Tom Hanks, Polar Express, de 2004, a véspera de Natal perfeita, mais vibrante e sonhadora, de um rapaz num comboio, em direção a norte, nas neves, em busca de sobretudo, acreditar.

Terminamos com, Milagre em Manhattan, na versão de 1994, deste clássico da rua 34, que contou a história de um advogado e uma menina, tentando provar que Kris Kringle, é de facto, o verdadeiro, Pai Natal, nesta adaptação do clássico filme, e talvez, o mais inspirador de todos.

Dez clássicos de Natal, um Natal à oitobitsemeio.

 

 

 

 

 

TERMINADO – Passatempo Antestreia – Não Olhes

O  8.5Bits e a Cinemundo têm para te oferecer a possibilidade de assistires à antestreia do filme ‘Não Olhes‘.

VENCEDORES

LISBOA
Adriana Braga Serra
Ana Cristina Pereira dos Santos
Andreia Cristina Pereira de Sande e Castro
Andreia Sofia Félix Antunes
Carlos José Gonçalves Ribeiro
Cátia Sofia Castanheira Simões
Inês Filipa Zacarias de Magalhães
Luis André Cardoso De Oliveira Ferreira
Maria Inês Neves Fontes Medley
Tiago Miguel Oliveira Brandão

PORTO
Adriana Luísa Ruiz
Antonio Alexandre Borges
Eduardo António Silva Fernandes
Filipe André Castro Pinto
Helena Soraia Ramos Jesus Carvalho
Joana Manuela Magalhães Madeira
José Miguel da Silva Magalhães
Lilia Alexandra Gonçalves Macedo
Marta Luísa Carranca Neves
Raquel Ferreira de Vasconcelos

“NÃO OLHES” é um thriller psicológico que nos conta a história de Maria, uma adolescente depressiva, cuja vida sofre uma reviravolta mortal quando troca de lugar com a irmã gémea que vê no reflexo no espelho…

Realizador: Assaf Bernstein

Título Original: Look Away

Elenco: India Eisley, Jason Isaacs, Mira Sorvino

Temos 20 convites para a antestreia:

10 convites duplos
Lisboa –Cinema City Campo Pequeno – Dia 12 de Dezembro, às 21:30h

10 convites duplos
Porto – Cinemas UCI, Arrábida Shopping –Dia 12 de Dezembro, às 21:30h

Podes participar até às 12:00h de dia 11 de Dezembro.

Para participares só tens de
-Preencher o formulário abaixo
-Partilhar publicamente esta publicação:

-Fazeres like à página do 8.5Bits (caso não o tenhas feito antes)

Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

PASSATEMPO TERMINADO

 

NOS CINEMAS A 13 DE DEZEMBRO

O envio da listagem de vencedores para os cinemas é da responsabilidade do distribuidor do filme sendo o 8.5Bits apenas promotor do passatempo. 
Em situações extraordinárias, os vencedores poderão contactar-nos via mensagem privada no Facebook.

Editor's Choice

Análise à PlayStation Classic

A PlayStation faz parte da minha geração, tanto como uma máquina de teletransporte escondida ao lado da TV ou como um elemento, quase morfológico, que esteve ali ao longo de todas as reviravoltas que a vida nos deu ao longo dos últimos 23 anos. A notícia da chegada da PlayStation Classic fez soar o sino da nostalgia, principalmente pelo leque de jogos que traz consigo. Moda são, também, estes emuladores – que passam pela Nintendo até mesmo à MegaDrive. No entanto, e embora a oferta dos jogos incluídos seja interessante de um lado e de outro, a PlayStation Classic ganha essa batalha a milhas.

Estranho é que a consola em si, sem balanças à mistura e usando a perfeição do intelecto de centenas de jogos que nos passaram pelas mãos, pesa menos que uma caixa de um jogo da primeira PlayStation. A caixa quadrada, com o disco (ou discos), os booklets e uma ou outra surpresa ou publicidade externa a outro jogo relacionado, eram o peso que os códigos e compras digitais nunca irão substituir. E esta comparação de peso entre uma consola, com 20 jogos, e a caixa de um jogo apenas é uma metáfora de algo que, por já ter testado outras consolas semelhantes, se revelou numa surpresa sem laço ou embrulho.

PlayStation Classic

Valeu apenas ouvir o jingle de abertura do sistema, que faz sempre vibrar algo dentro do estômago, como se aquele som fizesse parte de uma ligação externa, orgânica do corpo. Já o que acontece depois, deixa-nos o estômago meio vazio – muito pelo sentimento de estamos a jogar um emulador que nos deixa um pouco… desinteressados. Correndo o emulador open-source PCSX ReARMed, a Sony PlayStation escondeu alguns menus que podem melhorar a experiência dos mestres de informática mais astutos, mas que por mais ajustes aqui ou ali, os jogadores veteranos, que de facto tiveram nas mãos a primeira consola, ficarão um pouco desiludidos com a experiência.

Mas esta é também uma oportunidade única dos jovens jogadores testarem pérolas que nos preencheram horas a fio há anos e anos e perceberem como a evolução dos videojogos é incrivelmente rápida. Não é demais recordar a lista de jogos disponíveis:

  • Battle Arena Toshinden™
  • Cool Boarders 2
  • Destruction Derby
  • Final Fantasy VII
  • Grand Theft Auto
  • Intelligent Qube
  • Jumping Flash
  • Metal Gear Solid
  • Mr Driller
  • Oddworld: Abe’s Oddysee®
  • Rayman
  • Resident Evil™ Director’s Cut
  • Revelations: Persona
  • Ridge Racer Type 4
  • Super Puzzle Fighter II Turbo®
  • Syphon Filter
  • Tekken 3
  • Tom Clancy’s Rainbow 6
  • Twisted Metal
  • Wild Arms

Não substitui a primeira PlayStation, mas também não era esse o objectivo. É um excelente presente de Natal para os mais nostálgicos e para os mais novos.

 

Análise por Bernardo Candeias e Gonçalo Béjinha

Battlefield V

No quinto jogo da saga Battlefield a EA DICE leva-nos novamente aos cenários da Segunda Guerra Mundial.

Modo Campanha

No modo campanha chamado de “Histórias de Guerra”, é-nos apresentado em capítulos sendo todos eles com o objectivo único de recrear momentos importantes da grande guerra. O enredo passa-se em diversos sítios como África, Noruega e Sul de França, e todos os capítulos são com personagens diferentes, mostrando sempre a história desses personagens de forma a “vivenciar” mais o modo história, que poderá terminar de um modo mais feliz ou até infeliz.

O Battlefield V baseia-se muito na escassez, obrigando a uma grande gestão de munições e armas. A variedade de armas é grande, permitindo ao jogador escolher entre ataques mais agressivos usando um metralhadora ou uma caçadeira, bem como agir de forma mais cautelosa e usar uma arma de longo alcance como uma carabina.
Os cenários apesar de não serem muito extensos, são grandes o suficiente para podermos escolher a tácita que mais gostamos, ou a mais adequada para a situação, e quando as armas não são suficientes ainda temos ao dispor uma serie de veículos tais como tanques, jipes munidos de metralhadoras e até aviões de combate, sendo estes últimos muito difíceis de controlar.

Grafismo e Som

O grafismo apresentado é algo simplesmente maravilhoso, os detalhes são impressionantes, a beleza gráfica ajuda a “entrar” dentro jogo e não cria aquela barreira que separa o mundo real da ficção, por outras palavras é como se estivéssemos a viver aquele momento.
Os efeitos sonoros estão bem conseguidos, as vozes estão nítidas e perceptíveis.

Tides of War

Apesar de o primeiro update ter sido adiado várias vezes, finalmente foi lançado no dia 5 de Dezembro, trazendo consigo várias novidades, tal como o modo Multiplayer, o Campo de tiro, e Panzerstorm..

Multiplayer – temos disponíveis vários modos de jogo como o capture the flag e Team Deathmatch, e podemos escolher entre quatro classes, sendo elas: soldado, engenheiro, médico e franco atirador. Uma boa diversidade e coordenação na equipa permite maior sucesso. Um dos pontos negativos que acho que poderia estar melhor é o mapa, pois é muito confuso fazendo-nos perder muito tempo, tempo esse que poderá ser fatal e baralhar toda a táctica da equipa.

Campo de tiro – neste modo permite-nos praticar e aperfeiçoar a pontaria, numa grande variedade de cenários e armas. Cada arma e cenário é um round cronometrado, de forma a podermos ter a noção da nossa evolução ao longo do tempo.

Panzerstorm – Este modo também Multiplayer (mas que merece um destaque), recria a Batalha de Hannut, passada na Bélgica em 1940, e que é nada mais nada menos que uma batalha com os famosos tanques Panzer. Os jogadores vão ter que tirar o máximo proveito do terreno de forma a não cair em emboscadas, e o apoio aéreo é fundamental para poder ter sucesso.

Conclusão

A EA DICE não dececionou com o Battlefield V, deixando assim a fasquia alta para o seu concorrente Call of Duty.
Apesar do modo campanha ser um pouco curto (uma média de 2 horas cada capitulo), é o modo multiplayer que mais destaque tem, faltando ainda o que muitos jogadores esperavam que é um modo Battle Royale.

10 Filmes Natal

Natal à porta, sinónimo de cinema, é com esta ideia que decidimos sugerir, uma lista de filmes para o aquecer nesta época, sempre em família e acompanhado de boas maratonas, deixamos então o nosso top de escolhas, são dez os clássicos natalícios, que temos para si, de que certamente viu ou pensou rever, onde acima de tudo, o queremos fazer companhia, a celebrar consigo, todo o nosso espírito de Natal.

Começando num regresso ao passado, mais propriamente, ao longinco ano de 1946, a nossa primeira sugestão vai para o filme, Do Céu Caiu Uma Estrela, de Frank Capra, com a dupla de sucesso, James Stewart e Donna Reed, na história de um anjo enviado do céu, no auxílio de um homem, ao mostrar-lhe como seria a sua vida, se nunca tivesse existido, num filme repleto de sonhos e reflecção, nomeado esse ano, por cinco vezes aos Óscares.

A seguir, sugerimos para si, um dos mais apreciados desta quadra, Música no Coração, de 1965, filme realizado por Robert Wise, a atriz Julie Andrews, e o ator veterano, Christopher Plummmer, hoje em dia, com 83 e 88 anos, respetivamente, ambos bem vivos, tal e qual como o filme, que dura e perdura, provavelmente, o musical de todos os musicais, sobre uma mulher que decide sair de um convento austríaco, para ajudar numa casa repleta de crianças, de um viúvo oficial da marinha, este que, vencendo todos os cinco Óscares, para que foi nomeado.

Continuamos com, Uma História de Natal, filme de 1983, mais virado para as crianças, dirigido por Bob Clark, com Peter Billingsley, narra a época dos anos 40, onde um jovem de nome Ralphie, numa tentativa de persuadir os pais, professor e, Pai Natal, de que uma pistola é, a sua prenda perfeita, num clássico muito divertido e talvez, até se calhar, bastante atual.

Em seguida, a sugestão de uma animação, com o filme de 1993, de Tim Burton, a animação de, O Estranho Mundo de Jack, um dos seus melhores na minha opinião, a imaginativa história de um esqueleto vivo, Jack, que descobre a cidade do Natal, na tentativa de trazer o próprio Natal para sua casa, o filme que foi também, nomeado pelos efeitos visuais, a um Óscar.

O filme britânico, O Amor Acontece, de 2003, é o filme que se segue, escrito e realizado por Richard Curtis, com um leque de atores como, Hugh Grant, Liam Neeson, Bill Nighy, Colin Firth, Emma Thompson, Martin Freeman, Keira Knightley, e que contou com a atriz portuguesa Lúcia Moniz, num dos principais papéis, seguiu as histórias de oito vidas diferentes, casais e as suas respetivas relações, em contos frenéticos, um mês antes do Natal, na cidade de Londres.

Agora os clássicos, já intemporais para o público, Sozinho em Casa, e a sua sequela, Sozinho em Casa 2: Perdido em Nova Iorque, filmes que a todo os anos, nos repletam a televisão, com as aventuras do jovem Kevin McCallister, deixado para trás na véspera de Natal, aterrorizado pelo gangue do costume, mas dizer que o ator, Macaulay Culkin, se encontra hoje, melhor do que nunca, como podemos acompanhar, na sua rede social.

De Robert Zemeckis, o recontar do conto do escritor Charles Dickens, do romance vitoriano, Um Conto de Natal, de 2009, com Jim Carrey, na pele de Scrooge, ainda com os atores, Gary Oldman e Colin Firth, num filme para crianças, com fantasmas assustadores, e do mesmo realizador, com Tom Hanks, Polar Express, de 2004, a véspera de Natal perfeita, mais vibrante e sonhadora, de um rapaz num comboio, em direção a norte, nas neves, em busca de sobretudo, acreditar.

Terminamos com, Milagre em Manhattan, na versão de 1994, deste clássico da rua 34, que contou a história de um advogado e uma menina, tentando provar que Kris Kringle, é de facto, o verdadeiro, Pai Natal, nesta adaptação do clássico filme, e talvez, o mais inspirador de todos.

Dez clássicos de Natal, um Natal à oitobitsemeio.

 

 

 

 

 

TERMINADO – Passatempo Antestreia – Não Olhes

O  8.5Bits e a Cinemundo têm para te oferecer a possibilidade de assistires à antestreia do filme ‘Não Olhes‘.

VENCEDORES

LISBOA
Adriana Braga Serra
Ana Cristina Pereira dos Santos
Andreia Cristina Pereira de Sande e Castro
Andreia Sofia Félix Antunes
Carlos José Gonçalves Ribeiro
Cátia Sofia Castanheira Simões
Inês Filipa Zacarias de Magalhães
Luis André Cardoso De Oliveira Ferreira
Maria Inês Neves Fontes Medley
Tiago Miguel Oliveira Brandão

PORTO
Adriana Luísa Ruiz
Antonio Alexandre Borges
Eduardo António Silva Fernandes
Filipe André Castro Pinto
Helena Soraia Ramos Jesus Carvalho
Joana Manuela Magalhães Madeira
José Miguel da Silva Magalhães
Lilia Alexandra Gonçalves Macedo
Marta Luísa Carranca Neves
Raquel Ferreira de Vasconcelos

“NÃO OLHES” é um thriller psicológico que nos conta a história de Maria, uma adolescente depressiva, cuja vida sofre uma reviravolta mortal quando troca de lugar com a irmã gémea que vê no reflexo no espelho…

Realizador: Assaf Bernstein

Título Original: Look Away

Elenco: India Eisley, Jason Isaacs, Mira Sorvino

Temos 20 convites para a antestreia:

10 convites duplos
Lisboa –Cinema City Campo Pequeno – Dia 12 de Dezembro, às 21:30h

10 convites duplos
Porto – Cinemas UCI, Arrábida Shopping –Dia 12 de Dezembro, às 21:30h

Podes participar até às 12:00h de dia 11 de Dezembro.

Para participares só tens de
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Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

PASSATEMPO TERMINADO

 

NOS CINEMAS A 13 DE DEZEMBRO

O envio da listagem de vencedores para os cinemas é da responsabilidade do distribuidor do filme sendo o 8.5Bits apenas promotor do passatempo. 
Em situações extraordinárias, os vencedores poderão contactar-nos via mensagem privada no Facebook.

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