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Análise a ‘Hotel Mumbai’

Em novembro de 2008, terroristas do grupo Lashker-e-Taiba, realizaram uma série de ataques à importantes pontos de Mumbai, maior cidade e centro econômico da Índia, gerando horror e derramando sangue por onde passavam. 174 foi o número de mortos, mais de 300 o de feridos. Em meio a este cenário de caos, o realizador estreante Anthony Maras ilumina os atos de humanidade presentes de forma singela, ao retratar os eventos ocorridos no luxuoso Taj Mahal Palace & Tower Hotel.  

O filme inicia com os terroristas chegando num pequeno bote, discretamente, em Mumbai e construindo seu percurso de forma orgânica. A todo momento ele escutam uma voz distante, convidativa, que os guia como um pai – ou melhor, um Deus. Eles mantêm o semblante calmo à medida que se aproximam da margem e fundem-se com o restante da cidade. Essa calma logo será quebrada com a introdução paralela das narrativas principais do filme, que, apesar de breves, são eficazes para a construção laços entre o público e as personagens. Este primeiro momento, de estabelecimento do conflito, pode ser tão tenso para o espectador quanto a subida de uma grande montanha-russa. Sabe-se o que está por vir, no entanto não há como escapar.

O contraste de realidades e desigualdade social, ficam evidentes a todo momento. Enquanto o Taj Mahal esbanja riqueza e beleza, o que vemos para fora de suas portas é o completo oposto. No entanto, ao vermos seus lindo pisos de mármore manchados de sangue e cobertos de corpos é que percebemos que o que há de mais valor naquele espaço são as pessoas que o compõe. “O cliente é Deus”, este é o lema motivador dos atos heróicos de Arjun (Dev Patel) e Oberoi (Anupam Kher), funcionários do hotel que farão de tudo para proteger os reféns desta situação com o máximo de decoro possível. O elenco principal ainda conta com Armie Hammer e Nazani Boniadi, que formam um apaixonado casal, Tilda Cobham-Hervey, a babá do filho recém-nascido do mesmo casal e Jason Isaacs, um russo arrogante cuja participação e relevância narrativa não ficam claras.

Se o filme peca com alguns “buracos” no desenvolvimento de suas personagens, compensa no com uma cinematografia primorosa. O flerte com o registo documental trás dinâmica e inquietude para a câmara que, juntamente com a montagem, nos transporta para esse ambiente claustrofóbico com muito suspense e pouco alívio. Mesmo com alguns momentos de exagero da dramaticidade um fator é certo: você não vai conseguir tirar os olhos do “Hotel Mumbai”.

 

 

DATA DE ESTREIA: 23/05/2019

REALIZAÇÃO: Anthony Maras

ARGUMENTO: Anthony Maras, John Collee

ELENCO: Dev Patel, Anupam Kher, Armie Hammer, Nazani Boniadi

GÉNERO: Ação, Drama

PAÍS: Austrália, Singapura EUA

ANO: 2018

DURAÇÃO: 125 minutos

Análise a ‘Tuca & Bertie’

Tuca & Bertie estreou no início deste mês na Netflix e é resultado da criativa mente de Lisa Hanawalt, responsável pelas ilustrações de BoJack Horseman. Com as vozes de Ali Wong, Tiffany Haddish, Steven Yeun e Richard E. Grant, trata-se de um retrato da amizade das protagonistas epónimas, desafiadas pelos rumos opostos que as suas vidas estão a tomar, numa cidade que tem pouco de humano e muito de animal.

Esse é um aspeto característico das personagens – a maioria são aves, de variadas espécies, com cães e cavalos à mistura e a ausência total do Homem, que, ao contrário do que acontece na série irmã, não partilha o campo de ação com seres antropomórficos. Não obstante a semelhança entre ambos, Tuca & Bertie não permanece à sombra de BoJack Horseman e cria uma identidade forte logo na primeira temporada.

Destaca-se pelo conteúdo metafísico possibilitado pelos seus visuais bizarros e pela abordagem mais excêntrico e positivo, contrastando com o ar soturno e existencialista presente no universo de Hollywoo. O humor serve principalmente para caracterizar a personalidade das duas amigas, distinguindo a descontração e exuberância de Tuca com a ansiedade e pacatez de Bertie. Contudo, o desenvolvimento das protagonistas é conseguido através da sua consciencialização de temas mais sensíveis – entre os quais alguns que marcam a atualidade – e a forma como é tratada a ansiedade adulta e as resultantes crises que delas vêem. Lisa Hanawalt concebe esta ideia com mestria ao levar as personagens a criar tempestades num copo de água por situações de importância mínima – um pouco como acontece a todos nós, na verdade.

Ainda assim, encontram sempre algo para se agarrarem e reerguerem-se no episódio seguinte – o que não acontece em BoJack Horseman. Não procura alertar para viver a vida em pleno através de cenários depressivos, nem denunciar comportamentos erráticos suportados por uma narrativa taciturna. Apesar do objetivo ser semelhante em ambas as séries, Tuca & Bertie evoca maior divertimento na sua abordagem às relações humanas e na ultrapassagem de obstáculos. A utilização de um registo musical mais animado, com batidas entre eletrónica ou house, aumenta a vivacidade da série e a desenhar o seu registo característico e comprova essa diferença.

O destaque dado a duas personagens femininas  é um ponto a favor de Tuca & Bertie. Com Lisa Hanawalt ao leme da produção, a criativa artista inverte a perspetiva masculina de várias produções sobre contextos semelhantes – e corrige o chamado bromance (ou sistermance?) que algumas séries falharam a transmitir (caso de Two Broke Girls). Foca-se em aspetos reais, com um absurdo inteligente, para criar uma série cativante com personagens empáticas que passam por episódios quase, ou tão reais como nós.

A originalidade de Lisa Hanawalt deu um fruto tão suculento quanto os plantados pela imaginação de Raphael-Bob Waksberg. Tuca & Bertie é um reflexo geracional com um grande cunho pessoal artístico que não se esconde atrás do irmão e enche-se perante um público que aplaude mais uma prova de como é fácil contornar o mercado saturado das séries de animação. Não há confirmação de uma segunda temporada, porém, parece haver espaço para desenvolver mais o enredo sobre a amizade das protagonistas.

 

Tudo o que sabemos sobre “Final Fantasy VII Remake”

Final Fantasy conta com dezenas de jogos no seu historial que foi construindo ao longo dos anos. O sétimo jogo (segundo ordem numérica e não a ordem de lançamento) é dos mais amados da franquia e como prova disso vai ser o primeiro jogo FF que terá direito a um completo Remake.

Esta nova versão do jogo foi anunciada em 2015 durante a E3 e foi muito bem recebida pelos jogadores e pela imprensa. Foi-nos apresentado um pequeno teaser onde podemos ver o personagem principal do jogo, Cloud Strife, com um grafismo moderno mas com o aspecto que em tudo tem a ver com a versão do jogo original.

Desde o momento do anúncio deste projecto da Square Enix tem-se ouvido falar de muitos rumores sobre o jogo, uns deles confirmados outros nem por isso.

Foi na State of Play deste ano que tivemos mais novidades sobre Final Fantasy VII e segue-se aqui tudo o que sabemos sobre este Remake muito esperado.

Combate

Pelo Gameplay mostrado nas suas apresentações podemos claramente ver que o combate não tem nada a ver com o jogo original. Na sua versão original FF VII tinha um combate lento por turnos o que não acontece com o Remake. Em vez disso temos um combate mais livre e mais rápido muito parecido com o novo Final Fantasy XV.

Gráficos

Como é fácil de observar os gráficos nada têm a ver com o jogo original. O design dos personagens e cenários foi completamente refeito com as tecnologias de hoje em dia o que dá ao jogo um aspecto muito moderno e deslumbrante.

História

Ao contrário do que poderemos pensar a história não vai ser 100% igual ao jogo original. Foi confirmado pelos desenvolvedores do jogo que a história irá ser no seu geral igual à original mas certos aspectos vão ser modificados ou retocados. Foi dito também que não pretendem que o jogo seja muito nostálgico mas querem sim que os jogadores fiquem empolgados.

Dividido por Partes

Segundo as informações reveladas o jogo está a dar muito, muito, muito trabalho para fazer e está a ter um tamanho gigante e por isso a Square achou por bem dividir o jogo por episódios. Para termos uma ideia do tamanho um dos capítulos é tão grande como o Final Fantasy XIII!

Data de Lançamento

A Square Enix já é conhecida por não apressar os jogos e temos uma prova disso com o desenvolvimento do FF XV que levou 10 longos anos a acabar. A data do lançamento ainda não foi divulgada mas foi pedido aos jogadores para esperarem apenas um pouco mais por isso resta-nos esperar pela E3 deste ano para talvez sabermos o dia em que poderemos jogar este grande Remake.

Pois bem estas foram as principais características e informações que temos sobre o que é considerado por muitos o melhor Final Fantasy. O que estão a achar do que foi divulgado até agora do jogo? Teremos um jogo tão bom à semelhança do seu original? Será uma desilusão? Bem só iremos saber no dia do lançamento!

Passatempo Antestreia – Godzilla II: Rei dos Monstros

O 8.5Bits em parceria com a Warner Bros. Pictures e NOS Audiovisuais têm para te oferecer a possibilidade de assistires à antestreia do filme ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘.

Após o sucesso global de “Godzilla” e “Kong: Ilha da Caveira”, chega-nos o próximo capítulo do MonsterVerse da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures: “GODZILLA II: REI DOS MONSTROS”, uma épica aventura de ação que coloca Godzilla contra alguns dos monstros mais populares da cultura pop.

O filme foi realizado por Michael Dougherty (“Krampus: O Lado Negro do Natal”) e conta com vários atores nomeados para um Óscar: Vera Farmiga (“Nas Nuvens”, e a saga “The Conjuring”), Ken Watanabe (“O Último Samurai”) e Sally Hawkins (“Blue Jasmine”)  – estes dois últimos retomando os seus papéis de “Godzilla”. Conta ainda com a participação de Kyle Chandler (“O Lobo de Wall Street”, “Manchester by the Sea”); Millie Bobby Brown (da série “Stranger Things”), pela primeira vez num ecrã de cinema; Bradley Whitford (“Foge”); Thomas Middleditch (“Silicon Valley” da HBO); Charles Dance (“Game of Thrones” da HBO); O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”); Aisha Hinds (“Além da Escuridão: Star Trek”); e de Zhang Ziyi (“Memórias de uma Gueixa”, “O Tigre e o Dragão”), já nomeada para um Globo de Ouro.

A nova história acompanha os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, cujos seus cientistas enfrentam uma série de monstros de dimensões gigantescas, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan, e o seu derradeiro inimigo, o Rei de Três Cabeças Ghidorah. Quando estas super-espécies antigas – que se julgava serem apenas mitos – se voltam a erguer, todas elas lutam pela supremacia, comprometendo a existência da humanidade.

Michael Dougherty realizou o filme a partir de um argumento escrito por si e por Zach Shields. O filme foi produzido por Mary Parent, Alex Garcia, Brian Rogers, Thomas Tull e Jon Jashni, e com a produção executiva de Zach Shields, Barry H. Waldman, Dan Lin, Roy Lee, Yoshimitsu Banno e Kenji Okuhira; a co-produção ficou a cargo de Alexandra Mendes e Jay Ashenfelter.

Nos bastidores, a equipa criativa de Michael Dougherty incluiu o director de fotografia Lawrence Sher, já responsável por “Os Traficantes” e “Godzilla”, tendo neste último assinado a fotografia adicional; o director artístico Scott Chambliss (“Guardiões da Galáxia, Vol. 2”, “Além da Escuridão: Star Trek”); os montadores Roger Barton (“Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias” e a saga “Transformers”), o nomeado para um Óscar Richard Pearson (“Voo 93”, “Kong: Ilha da Caveira”), e Bob Ducsay (“Godzilla”, “Star Wars: Episódio VIII – O Último Jedi”); o guarda-roupa fica a cargo de Louise Mingenbach (the “X-Men” e os filmes “Ressaca”); e Guillaume Rocheron, vencedor de um Óscar (“Godzilla”, “Ghost in the Shell: Agente do Futuro”, e  “A Vida de Pi”), é o supervisor de efeitos visuais.

“Godzilla II: Rei dos Monstros” estreia nos cinemas a 30 de maio.

Temos 20 convites para a antestreia:

10 convites duplos
Lisboa – Cinema NOS, Colombo – Dia 29 de Maio, às 21:30h (IMAX)

10 convites duplos
Porto – Cinema NOS, Marshopping –Dia 29 de Maio, às 21:30h (IMAX)

Podes participar até às 16h de dia 28 de Maio.

Para participares só tens de
-Preencher o formulário abaixo

Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

NO CINEMA A 30 DE MAIO

#GodzillaReiDosMonstros

@2019 Legendary and Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved
GODZILLA TM & Toho Co., Ltd.

O envio da listagem de vencedores para os cinemas é da responsabilidade do distribuidor do filme sendo o 8.5Bits apenas promotor do passatempo. 
Em situações extraordinárias, os vencedores poderão contactar-nos via mensagem privada no Facebook.

Editor's Choice

Análise a ‘Hotel Mumbai’

Em novembro de 2008, terroristas do grupo Lashker-e-Taiba, realizaram uma série de ataques à importantes pontos de Mumbai, maior cidade e centro econômico da Índia, gerando horror e derramando sangue por onde passavam. 174 foi o número de mortos, mais de 300 o de feridos. Em meio a este cenário de caos, o realizador estreante Anthony Maras ilumina os atos de humanidade presentes de forma singela, ao retratar os eventos ocorridos no luxuoso Taj Mahal Palace & Tower Hotel.  

O filme inicia com os terroristas chegando num pequeno bote, discretamente, em Mumbai e construindo seu percurso de forma orgânica. A todo momento ele escutam uma voz distante, convidativa, que os guia como um pai – ou melhor, um Deus. Eles mantêm o semblante calmo à medida que se aproximam da margem e fundem-se com o restante da cidade. Essa calma logo será quebrada com a introdução paralela das narrativas principais do filme, que, apesar de breves, são eficazes para a construção laços entre o público e as personagens. Este primeiro momento, de estabelecimento do conflito, pode ser tão tenso para o espectador quanto a subida de uma grande montanha-russa. Sabe-se o que está por vir, no entanto não há como escapar.

O contraste de realidades e desigualdade social, ficam evidentes a todo momento. Enquanto o Taj Mahal esbanja riqueza e beleza, o que vemos para fora de suas portas é o completo oposto. No entanto, ao vermos seus lindo pisos de mármore manchados de sangue e cobertos de corpos é que percebemos que o que há de mais valor naquele espaço são as pessoas que o compõe. “O cliente é Deus”, este é o lema motivador dos atos heróicos de Arjun (Dev Patel) e Oberoi (Anupam Kher), funcionários do hotel que farão de tudo para proteger os reféns desta situação com o máximo de decoro possível. O elenco principal ainda conta com Armie Hammer e Nazani Boniadi, que formam um apaixonado casal, Tilda Cobham-Hervey, a babá do filho recém-nascido do mesmo casal e Jason Isaacs, um russo arrogante cuja participação e relevância narrativa não ficam claras.

Se o filme peca com alguns “buracos” no desenvolvimento de suas personagens, compensa no com uma cinematografia primorosa. O flerte com o registo documental trás dinâmica e inquietude para a câmara que, juntamente com a montagem, nos transporta para esse ambiente claustrofóbico com muito suspense e pouco alívio. Mesmo com alguns momentos de exagero da dramaticidade um fator é certo: você não vai conseguir tirar os olhos do “Hotel Mumbai”.

 

 

DATA DE ESTREIA: 23/05/2019

REALIZAÇÃO: Anthony Maras

ARGUMENTO: Anthony Maras, John Collee

ELENCO: Dev Patel, Anupam Kher, Armie Hammer, Nazani Boniadi

GÉNERO: Ação, Drama

PAÍS: Austrália, Singapura EUA

ANO: 2018

DURAÇÃO: 125 minutos

Análise a ‘Tuca & Bertie’

Tuca & Bertie estreou no início deste mês na Netflix e é resultado da criativa mente de Lisa Hanawalt, responsável pelas ilustrações de BoJack Horseman. Com as vozes de Ali Wong, Tiffany Haddish, Steven Yeun e Richard E. Grant, trata-se de um retrato da amizade das protagonistas epónimas, desafiadas pelos rumos opostos que as suas vidas estão a tomar, numa cidade que tem pouco de humano e muito de animal.

Esse é um aspeto característico das personagens – a maioria são aves, de variadas espécies, com cães e cavalos à mistura e a ausência total do Homem, que, ao contrário do que acontece na série irmã, não partilha o campo de ação com seres antropomórficos. Não obstante a semelhança entre ambos, Tuca & Bertie não permanece à sombra de BoJack Horseman e cria uma identidade forte logo na primeira temporada.

Destaca-se pelo conteúdo metafísico possibilitado pelos seus visuais bizarros e pela abordagem mais excêntrico e positivo, contrastando com o ar soturno e existencialista presente no universo de Hollywoo. O humor serve principalmente para caracterizar a personalidade das duas amigas, distinguindo a descontração e exuberância de Tuca com a ansiedade e pacatez de Bertie. Contudo, o desenvolvimento das protagonistas é conseguido através da sua consciencialização de temas mais sensíveis – entre os quais alguns que marcam a atualidade – e a forma como é tratada a ansiedade adulta e as resultantes crises que delas vêem. Lisa Hanawalt concebe esta ideia com mestria ao levar as personagens a criar tempestades num copo de água por situações de importância mínima – um pouco como acontece a todos nós, na verdade.

Ainda assim, encontram sempre algo para se agarrarem e reerguerem-se no episódio seguinte – o que não acontece em BoJack Horseman. Não procura alertar para viver a vida em pleno através de cenários depressivos, nem denunciar comportamentos erráticos suportados por uma narrativa taciturna. Apesar do objetivo ser semelhante em ambas as séries, Tuca & Bertie evoca maior divertimento na sua abordagem às relações humanas e na ultrapassagem de obstáculos. A utilização de um registo musical mais animado, com batidas entre eletrónica ou house, aumenta a vivacidade da série e a desenhar o seu registo característico e comprova essa diferença.

O destaque dado a duas personagens femininas  é um ponto a favor de Tuca & Bertie. Com Lisa Hanawalt ao leme da produção, a criativa artista inverte a perspetiva masculina de várias produções sobre contextos semelhantes – e corrige o chamado bromance (ou sistermance?) que algumas séries falharam a transmitir (caso de Two Broke Girls). Foca-se em aspetos reais, com um absurdo inteligente, para criar uma série cativante com personagens empáticas que passam por episódios quase, ou tão reais como nós.

A originalidade de Lisa Hanawalt deu um fruto tão suculento quanto os plantados pela imaginação de Raphael-Bob Waksberg. Tuca & Bertie é um reflexo geracional com um grande cunho pessoal artístico que não se esconde atrás do irmão e enche-se perante um público que aplaude mais uma prova de como é fácil contornar o mercado saturado das séries de animação. Não há confirmação de uma segunda temporada, porém, parece haver espaço para desenvolver mais o enredo sobre a amizade das protagonistas.

 

Tudo o que sabemos sobre “Final Fantasy VII Remake”

Final Fantasy conta com dezenas de jogos no seu historial que foi construindo ao longo dos anos. O sétimo jogo (segundo ordem numérica e não a ordem de lançamento) é dos mais amados da franquia e como prova disso vai ser o primeiro jogo FF que terá direito a um completo Remake.

Esta nova versão do jogo foi anunciada em 2015 durante a E3 e foi muito bem recebida pelos jogadores e pela imprensa. Foi-nos apresentado um pequeno teaser onde podemos ver o personagem principal do jogo, Cloud Strife, com um grafismo moderno mas com o aspecto que em tudo tem a ver com a versão do jogo original.

Desde o momento do anúncio deste projecto da Square Enix tem-se ouvido falar de muitos rumores sobre o jogo, uns deles confirmados outros nem por isso.

Foi na State of Play deste ano que tivemos mais novidades sobre Final Fantasy VII e segue-se aqui tudo o que sabemos sobre este Remake muito esperado.

Combate

Pelo Gameplay mostrado nas suas apresentações podemos claramente ver que o combate não tem nada a ver com o jogo original. Na sua versão original FF VII tinha um combate lento por turnos o que não acontece com o Remake. Em vez disso temos um combate mais livre e mais rápido muito parecido com o novo Final Fantasy XV.

Gráficos

Como é fácil de observar os gráficos nada têm a ver com o jogo original. O design dos personagens e cenários foi completamente refeito com as tecnologias de hoje em dia o que dá ao jogo um aspecto muito moderno e deslumbrante.

História

Ao contrário do que poderemos pensar a história não vai ser 100% igual ao jogo original. Foi confirmado pelos desenvolvedores do jogo que a história irá ser no seu geral igual à original mas certos aspectos vão ser modificados ou retocados. Foi dito também que não pretendem que o jogo seja muito nostálgico mas querem sim que os jogadores fiquem empolgados.

Dividido por Partes

Segundo as informações reveladas o jogo está a dar muito, muito, muito trabalho para fazer e está a ter um tamanho gigante e por isso a Square achou por bem dividir o jogo por episódios. Para termos uma ideia do tamanho um dos capítulos é tão grande como o Final Fantasy XIII!

Data de Lançamento

A Square Enix já é conhecida por não apressar os jogos e temos uma prova disso com o desenvolvimento do FF XV que levou 10 longos anos a acabar. A data do lançamento ainda não foi divulgada mas foi pedido aos jogadores para esperarem apenas um pouco mais por isso resta-nos esperar pela E3 deste ano para talvez sabermos o dia em que poderemos jogar este grande Remake.

Pois bem estas foram as principais características e informações que temos sobre o que é considerado por muitos o melhor Final Fantasy. O que estão a achar do que foi divulgado até agora do jogo? Teremos um jogo tão bom à semelhança do seu original? Será uma desilusão? Bem só iremos saber no dia do lançamento!

Passatempo Antestreia – Godzilla II: Rei dos Monstros

O 8.5Bits em parceria com a Warner Bros. Pictures e NOS Audiovisuais têm para te oferecer a possibilidade de assistires à antestreia do filme ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘.

Após o sucesso global de “Godzilla” e “Kong: Ilha da Caveira”, chega-nos o próximo capítulo do MonsterVerse da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures: “GODZILLA II: REI DOS MONSTROS”, uma épica aventura de ação que coloca Godzilla contra alguns dos monstros mais populares da cultura pop.

O filme foi realizado por Michael Dougherty (“Krampus: O Lado Negro do Natal”) e conta com vários atores nomeados para um Óscar: Vera Farmiga (“Nas Nuvens”, e a saga “The Conjuring”), Ken Watanabe (“O Último Samurai”) e Sally Hawkins (“Blue Jasmine”)  – estes dois últimos retomando os seus papéis de “Godzilla”. Conta ainda com a participação de Kyle Chandler (“O Lobo de Wall Street”, “Manchester by the Sea”); Millie Bobby Brown (da série “Stranger Things”), pela primeira vez num ecrã de cinema; Bradley Whitford (“Foge”); Thomas Middleditch (“Silicon Valley” da HBO); Charles Dance (“Game of Thrones” da HBO); O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”); Aisha Hinds (“Além da Escuridão: Star Trek”); e de Zhang Ziyi (“Memórias de uma Gueixa”, “O Tigre e o Dragão”), já nomeada para um Globo de Ouro.

A nova história acompanha os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, cujos seus cientistas enfrentam uma série de monstros de dimensões gigantescas, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan, e o seu derradeiro inimigo, o Rei de Três Cabeças Ghidorah. Quando estas super-espécies antigas – que se julgava serem apenas mitos – se voltam a erguer, todas elas lutam pela supremacia, comprometendo a existência da humanidade.

Michael Dougherty realizou o filme a partir de um argumento escrito por si e por Zach Shields. O filme foi produzido por Mary Parent, Alex Garcia, Brian Rogers, Thomas Tull e Jon Jashni, e com a produção executiva de Zach Shields, Barry H. Waldman, Dan Lin, Roy Lee, Yoshimitsu Banno e Kenji Okuhira; a co-produção ficou a cargo de Alexandra Mendes e Jay Ashenfelter.

Nos bastidores, a equipa criativa de Michael Dougherty incluiu o director de fotografia Lawrence Sher, já responsável por “Os Traficantes” e “Godzilla”, tendo neste último assinado a fotografia adicional; o director artístico Scott Chambliss (“Guardiões da Galáxia, Vol. 2”, “Além da Escuridão: Star Trek”); os montadores Roger Barton (“Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias” e a saga “Transformers”), o nomeado para um Óscar Richard Pearson (“Voo 93”, “Kong: Ilha da Caveira”), e Bob Ducsay (“Godzilla”, “Star Wars: Episódio VIII – O Último Jedi”); o guarda-roupa fica a cargo de Louise Mingenbach (the “X-Men” e os filmes “Ressaca”); e Guillaume Rocheron, vencedor de um Óscar (“Godzilla”, “Ghost in the Shell: Agente do Futuro”, e  “A Vida de Pi”), é o supervisor de efeitos visuais.

“Godzilla II: Rei dos Monstros” estreia nos cinemas a 30 de maio.

Temos 20 convites para a antestreia:

10 convites duplos
Lisboa – Cinema NOS, Colombo – Dia 29 de Maio, às 21:30h (IMAX)

10 convites duplos
Porto – Cinema NOS, Marshopping –Dia 29 de Maio, às 21:30h (IMAX)

Podes participar até às 16h de dia 28 de Maio.

Para participares só tens de
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Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

NO CINEMA A 30 DE MAIO

#GodzillaReiDosMonstros

@2019 Legendary and Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved
GODZILLA TM & Toho Co., Ltd.

O envio da listagem de vencedores para os cinemas é da responsabilidade do distribuidor do filme sendo o 8.5Bits apenas promotor do passatempo. 
Em situações extraordinárias, os vencedores poderão contactar-nos via mensagem privada no Facebook.

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