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Passatempo Prémios Exclusivos – Godzilla II: Rei dos Monstros

O 8.5Bits em parceria com a Warner Bros. Pictures e NOS Audiovisuais têm para te oferecer prémios exclusivos do filme ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘.

Após o sucesso global de “Godzilla” e “Kong: Ilha da Caveira”, chega-nos o próximo capítulo do MonsterVerse da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures: “GODZILLA II: REI DOS MONSTROS”, uma épica aventura de ação que coloca Godzilla contra alguns dos monstros mais populares da cultura pop.

O filme foi realizado por Michael Dougherty (“Krampus: O Lado Negro do Natal”) e conta com vários atores nomeados para um Óscar: Vera Farmiga (“Nas Nuvens”, e a saga “The Conjuring”), Ken Watanabe (“O Último Samurai”) e Sally Hawkins (“Blue Jasmine”)  – estes dois últimos retomando os seus papéis de “Godzilla”. Conta ainda com a participação de Kyle Chandler (“O Lobo de Wall Street”, “Manchester by the Sea”); Millie Bobby Brown (da série “Stranger Things”), pela primeira vez num ecrã de cinema; Bradley Whitford (“Foge”); Thomas Middleditch (“Silicon Valley” da HBO); Charles Dance (“Game of Thrones” da HBO); O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”); Aisha Hinds (“Além da Escuridão: Star Trek”); e de Zhang Ziyi (“Memórias de uma Gueixa”, “O Tigre e o Dragão”), já nomeada para um Globo de Ouro.

A nova história acompanha os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, cujos seus cientistas enfrentam uma série de monstros de dimensões gigantescas, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan, e o seu derradeiro inimigo, o Rei de Três Cabeças Ghidorah. Quando estas super-espécies antigas – que se julgava serem apenas mitos – se voltam a erguer, todas elas lutam pela supremacia, comprometendo a existência da humanidade.

Michael Dougherty realizou o filme a partir de um argumento escrito por si e por Zach Shields. O filme foi produzido por Mary Parent, Alex Garcia, Brian Rogers, Thomas Tull e Jon Jashni, e com a produção executiva de Zach Shields, Barry H. Waldman, Dan Lin, Roy Lee, Yoshimitsu Banno e Kenji Okuhira; a co-produção ficou a cargo de Alexandra Mendes e Jay Ashenfelter.

Nos bastidores, a equipa criativa de Michael Dougherty incluiu o director de fotografia Lawrence Sher, já responsável por “Os Traficantes” e “Godzilla”, tendo neste último assinado a fotografia adicional; o director artístico Scott Chambliss (“Guardiões da Galáxia, Vol. 2”, “Além da Escuridão: Star Trek”); os montadores Roger Barton (“Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias” e a saga “Transformers”), o nomeado para um Óscar Richard Pearson (“Voo 93”, “Kong: Ilha da Caveira”), e Bob Ducsay (“Godzilla”, “Star Wars: Episódio VIII – O Último Jedi”); o guarda-roupa fica a cargo de Louise Mingenbach (the “X-Men” e os filmes “Ressaca”); e Guillaume Rocheron, vencedor de um Óscar (“Godzilla”, “Ghost in the Shell: Agente do Futuro”, e  “A Vida de Pi”), é o supervisor de efeitos visuais.

O que temos para oferecer:

10 Chapéus
10 Crachás
5 Copos Bebida LED
5 Sets de 4 Cadernos cada
5 Headphones com Luz Azul   
2 Sets com 4 T-shirts cada (1set S e 1 set M)

Para participares só tens de
-Preencher o formulário abaixo

Podes participar até dia 30 de Junho, 2019.

Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

JÁ NOS CINEMAS

#GodzillaReiDosMonstros

@2019 Legendary and Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved 
GODZILLA TM & Toho Co., Ltd.

Passatempo Prémios Exclusivos – Pokémon Detetive Pikachu

O 8.5Bits em parceria com a Warner Bros. Pictures e NOS Audiovisuais têm para te oferecer prémios exclusivos do filme ‘Pokémon Detetive Pikachu‘.

Nesta primeira aventura Pókemon em imagem real, Ryan Reynolds é Pikachu, o icónico rosto do fenómeno global Pókemon – um dos franchises de entretenimento multi-geracionais mais populares do mundo.

A história começa quando o detetive Harry Goodman desaparece misteriosamente, levando Tim, o seu filho de 21 anos, a investigar o sucedido. Tim conta com a ajuda do antigo parceiro de Harry, o Detetive Pikachu: um super-detetive adorável e hilariantemente cómico, intrigante até para si mesmo. Descobrindo que reúnem condições únicas para trabalhar em conjunto, os dois juntam as suas forças numa aventura emocionante para desvendar o mistério. À luz dos néons de Ryme City – uma vasta e moderna metrópole onde humanos e Pókemons vivem lado a lado – o par vai seguindo pistas e cruzando-se com um elenco diversificado de personagens Pókemon até descobrir uma perturbadora conspiração que pode destruir esta pacífica coexistência e ameaçar o próprio universo Pókemon.

 Pokémon Detetive Pikachu conta também com a interpretação de Justice Smith (“Mundo Jurássico: Reino Caído”) no papel de Tim; Kathryn Newton (“Lady Bird” e da série “Big Little Lies”) é Lucy, uma jovem repórter que investiga a sua primeira grande história; e o nomeado para um Óscar Ken Watanabe (“Godzilla”, “O Último Samurai”), faz de Tenente Yoshida.

Realizado por Rob Letterman (“Goosebumps: Arrepios”, “Monstros Vs. Aliens”), foi produzido por Mary Parent e Cale Boyter da Legendary Pictures, e por Hidenaga Katakami e Don McGowan da Pokémon Company. A produção executiva foi assinada por Joseph M. Caracciolo, Jr., Ali Mendes, Tsunekazu Ishihara, Kenji Okubo e Tohio Miyahara.

A equipa criativa é liderada por Rob Letterman incluiu o diretor de fotografia – já por duas vezes nomeado para um Óscar – John Mathieson (“O Fantasma da Ópera”, “Gladiador”), o director artístico Nigel Phelps (“Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias”); e o montador já vencedor de um Óscar Mark Sanger (“Gravidade”). Os efeitos visuais ficaram a cargo da Moving Picture Company (“Mulher-Maravilha”) e da Framestore (“Guardiões da Galáxia, Vol. 2”).

Lançada em 1996 e obtendo um instantâneo e estrondoso sucesso, a marca Pokémon é um fenómeno global que inclui actualmente um sólido universo de fãs de videojogos com mais de 300 milhões de unidades vendidas em todo o mundo; jogos de cartas disponíveis em 11 línguas com mais de 23,6 mil milhões de cartas vendidas; uma série televisiva de anime que já vai na 21ª temporada disponível em mais de 160 países; e mais de vinte filmes de animação. Conta também com bem como livros, banda desenhada manga, música, brinquedos, merchandise, e apps, incluindo a popularíssima Pokémon GO, que já foi descarregada mais de 850 milhões de vezes e é usada em todo o globo por fãs de todas as idades.

Na versão portuguesa Nuno Markl dá a voz a Pikachu e Rui Porto Nunes será Tim.

Pokémon Detetive Pikachu já nos cinemas, na versão dobrada e legendada.

O que temos para oferecer:

10 Bandeletes LED
10 Lancheiras
4 Headphones
4 sets de Pulseiras de silicone

Para participares só tens de
-Preencher o formulário abaixo

Podes participar até dia 30 de Junho, 2019.

Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

JÁ NOS CINEMAS

Pokémon #DetetivePikachu

© 2019 Pokémon    
© 2019 Legendary and Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.

Debaixo do Radar – Dreamscaper, Overcrowd e 3dSenVR

Uma das minhas ocupações preferidas é descobrir pequenos jogos indie que nos meus olhos se podem transformar em pequenas pérolas. Bem-vindos a debaixo do radar.

Comecemos na terra dos sonhos, Dreamscaper é um intenso RPG rogue-lite onde controlamos Cassidy e viajamos para o seu subconsciente, lutando contra os seus pesadelos para salvá-la de um destino sombrio.

Existem seis níveis distintos e em cada um deles, desvendamos um pouco mais sobre a história de Cassidy e os pesadelos que a atormentam. O sistema de combate permite uma fluidez ao se poder misturar combate melee com ranged ou ate dream powers.

Com um sistema de permadeath temos de ir desbloqueando novas habilidades e armas para conseguirmos batalhar os mortais inimigos e bosses que invadem os sonhos de Cassidy aclarando as brumas que a envolvem.

Dreamscaper ainda não tem uma data prevista

Dreamscaper

Steam

Dos sonhos para a dura realidade temos Overcrowd: A Commute ‘Em Up este é um simulador tático que tem lugar no metro.

Todos os dias milhões de pessoas enchem os metros com tempo contado para chegar ao trabalho, conseguiremos nós construir e manter a estação de metro perfeita?

Em Overcrowd temos de escavar por 4 camadas de terra e desenhar a nossa estação com cuidado de forma a manter a estação a fluir. Com uma grande variedade de equipamento para desbloquear e procurar, Overcrowd oferece uma mistura única de puzzle espacial pensamento estratégico e decisões ao segundo.

Overcrowd: A Commute ‘Em Up Tem uma data prevista para 6 de junho.

Overcrowd

Steam

Para finalizar não temos necessariamente um jogo mas algo para mudar os nossos antigos NES clássicos para algo mais futurístico com 3dSenVR. 3dSenVR é um emulador único que converte os nossos jogos preferidos para 3D e nos deixa joga-los em VR.

Este software esta ainda em early access.

Steam

‘Desbobinar’ – I am the One Who Flops

– Os comentários que se seguem são meramente pessoais e espelham somente a opinião do autor. Se ainda não viu a oitava temporada de Game of Thrones, não prossiga a sua leitura pois corre o texto contém spoilers –

O título da rubrica deste mês é alusivo ao certame que se tem desenrolado ao longo desta década. Refiro-me ao debate entre fãs de Breaking Bad e de Game of Thrones, que têm lutado entre si em conversas de hora de almoço, momentos de lazer, entre outros, pelo título – ou trono – de melhor série da história. Quiçá serem demasiado viciantes tenha tornado esta comparação imaginária como uma inevitabilidade sempre que o tema muda para cinema e TV – contudo, quer pelo conteúdo, como também pelo contexto, é injusto fazê-la.

Aproveitei a questão do debate entre Breaking Bad e Game of Thrones para introduzir aquilo que pretendo abordar. É quase um facto consumado que a última temporada da adaptação de A Song of Ice and Fire desiludiu fãs e, inclusive, o próprio elenco. Algo que não parecia ser possível mas que já tinha dado alguns indícios nos episódios que antecederam o desfecho da narrativa dos sete (agora seis) reinos.

Uma destas personagens ficou com o trono. Adivinhe quem.

A sétima temporada fora menos consistente que as anteriores. A dupla de argumentistas, David Benioff e D.B. Weiss, avançou num ritmo tão frenético que impossibilitou RR Martin de os acompanhar. Isso acabou por deixar os produtores sem um alicerce sólido para se basearem e se confortarem na sua escrita e com razões suficientes para preocuparem os fãs. Contudo, por muita ingenuidade minha, parti com grandes expectativas para a conclusão da série, não tivesse a adaptação de A Song of Ice and Fire preparado caminho para aquele que podia ser um dos acontecimentos mais marcantes de Game of Thrones.

– Mas tudo não passou de uma ilusão –

Kit Harrington praticamente só proferiu duas frases – “I don’t want it (the Iron Throne) e “She’s my queen”

Benioff e Weiss, ou D&D, como os apelidada a comunidade, falharam redondamente, talvez aliciados pelo seu próximo projeto com a Disney. Claro que o facto de terem ultrapassado a narrativa de George R. Martin é um argumento válido, contudo, carece de alguma credibilidade. Foram os próprios que apresentaram a ideia de transformar a trama do escrito norte-americano numa megalómana produção audiovisual e que receberam o aval do próprio autor. Foram os próprios que tiveram o privilégio de ser acompanhados por R. Martin durante o desenvolvimento da série. Foram os próprios que adaptaram desenvolveram as personagens e construíram as suas consequentes estórias. Ora, se assim foi, porque é que grande parte do que fora elaborado até então parece ter sido esquecido deliberadamente, como se os Men in Black tivessem apagado a memória dos argumentistas?

Não menciono o ritmo apressado, uma antítese da formulação lenta e robusta das temporadas anteriores. Com seis episódios, foi um caso natural. Mas a condução da narrativa em direção à conclusão foi, para mim, atabalhoada e forçada por tentarem encaixar material para, no mínimo, mais uma temporada, em pouco mais de sete horas de duração. Além disso, a cada erro apontado pelo público, a dupla Benioff e Weiss justificava-se com a primeira ideia que lhes vinha à cabeça – um pouco como eu fazia aos dez anos e como este vídeo satiriza.

A utilização de Sir Bronn foi um exemplo do desnorte dos argumentistas na oitava temporada.

Num tom menos irónico, a incoerência no percurso e atitudes das personagens, bem como diálogos por vezes sem nexo, repetitivos e parcos em ousadia são aspetos que levaram Game of Thrones a ter um soturno desfecho. Ainda que o final parecesse adequado, faltou coerência e organização prévia para que este fizesse sentido. A estrutura da narrativa desmoronou-se (ou queimou-se) aos pés de Benioff e Weiss, estes já com o foco noutros projetos. Para quem se comprometeu desde o primeiro dia a criar uma narrativa memorável, com um cariz global que nenhuma outra série conseguiu atingir, a displicência de D&D faz com que paire um sentimento de injustiça – agora sim – por não terem rematado a série com a entrega e qualidade de antigamente.

Se realmente se estabelecesse uma competição entre as melhores séries, ganharia, provavelmente, Breaking Bad. Contudo, é uma comparação relativa, como o tempo, e que nele se perde, pois as audiências atualmente deliram com outra produção da HBO, Chernobyl, quase que se esquecendo do desalento que sentiram no início da semana passada. A trama de Walter White é, de facto, uma das mais aditivas e fascinantes estórias da televisão, tal como Game of Thrones foi.

– Mas tudo acabou assim –

Emilia Clarke imitou bem a expressão dos fãs durante a última metade da temporada

Enquanto os argumentistas e produtores de Breaking Bad seguiram as ideias por eles imaginadas, Game of Thrones teve que se adaptar às circunstâncias e trabalhar em algo sobre o qual não foram responsáveis por conceber. D&D foram o perigo, bateram à porta e receberam um grande abraço coletivo de How I Met Your Mother, Lost, Dexter, entre outras tantas que falharam em agradar aos fãs no seu final. Fica um sabor amargo, é certo, mas com uma fotografia e banda sonora que adocica um pouco do marasmo da oitava temporada de Game of Thrones. Quanto a mim, cabe-me esperar pela publicação dos livros e esperar por algo que faça jus a Westeros.

 

 

Editor's Choice

Passatempo Prémios Exclusivos – Godzilla II: Rei dos Monstros

O 8.5Bits em parceria com a Warner Bros. Pictures e NOS Audiovisuais têm para te oferecer prémios exclusivos do filme ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘.

Após o sucesso global de “Godzilla” e “Kong: Ilha da Caveira”, chega-nos o próximo capítulo do MonsterVerse da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures: “GODZILLA II: REI DOS MONSTROS”, uma épica aventura de ação que coloca Godzilla contra alguns dos monstros mais populares da cultura pop.

O filme foi realizado por Michael Dougherty (“Krampus: O Lado Negro do Natal”) e conta com vários atores nomeados para um Óscar: Vera Farmiga (“Nas Nuvens”, e a saga “The Conjuring”), Ken Watanabe (“O Último Samurai”) e Sally Hawkins (“Blue Jasmine”)  – estes dois últimos retomando os seus papéis de “Godzilla”. Conta ainda com a participação de Kyle Chandler (“O Lobo de Wall Street”, “Manchester by the Sea”); Millie Bobby Brown (da série “Stranger Things”), pela primeira vez num ecrã de cinema; Bradley Whitford (“Foge”); Thomas Middleditch (“Silicon Valley” da HBO); Charles Dance (“Game of Thrones” da HBO); O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”); Aisha Hinds (“Além da Escuridão: Star Trek”); e de Zhang Ziyi (“Memórias de uma Gueixa”, “O Tigre e o Dragão”), já nomeada para um Globo de Ouro.

A nova história acompanha os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, cujos seus cientistas enfrentam uma série de monstros de dimensões gigantescas, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan, e o seu derradeiro inimigo, o Rei de Três Cabeças Ghidorah. Quando estas super-espécies antigas – que se julgava serem apenas mitos – se voltam a erguer, todas elas lutam pela supremacia, comprometendo a existência da humanidade.

Michael Dougherty realizou o filme a partir de um argumento escrito por si e por Zach Shields. O filme foi produzido por Mary Parent, Alex Garcia, Brian Rogers, Thomas Tull e Jon Jashni, e com a produção executiva de Zach Shields, Barry H. Waldman, Dan Lin, Roy Lee, Yoshimitsu Banno e Kenji Okuhira; a co-produção ficou a cargo de Alexandra Mendes e Jay Ashenfelter.

Nos bastidores, a equipa criativa de Michael Dougherty incluiu o director de fotografia Lawrence Sher, já responsável por “Os Traficantes” e “Godzilla”, tendo neste último assinado a fotografia adicional; o director artístico Scott Chambliss (“Guardiões da Galáxia, Vol. 2”, “Além da Escuridão: Star Trek”); os montadores Roger Barton (“Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias” e a saga “Transformers”), o nomeado para um Óscar Richard Pearson (“Voo 93”, “Kong: Ilha da Caveira”), e Bob Ducsay (“Godzilla”, “Star Wars: Episódio VIII – O Último Jedi”); o guarda-roupa fica a cargo de Louise Mingenbach (the “X-Men” e os filmes “Ressaca”); e Guillaume Rocheron, vencedor de um Óscar (“Godzilla”, “Ghost in the Shell: Agente do Futuro”, e  “A Vida de Pi”), é o supervisor de efeitos visuais.

O que temos para oferecer:

10 Chapéus
10 Crachás
5 Copos Bebida LED
5 Sets de 4 Cadernos cada
5 Headphones com Luz Azul   
2 Sets com 4 T-shirts cada (1set S e 1 set M)

Para participares só tens de
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Podes participar até dia 30 de Junho, 2019.

Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

JÁ NOS CINEMAS

#GodzillaReiDosMonstros

@2019 Legendary and Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved 
GODZILLA TM & Toho Co., Ltd.

Passatempo Prémios Exclusivos – Pokémon Detetive Pikachu

O 8.5Bits em parceria com a Warner Bros. Pictures e NOS Audiovisuais têm para te oferecer prémios exclusivos do filme ‘Pokémon Detetive Pikachu‘.

Nesta primeira aventura Pókemon em imagem real, Ryan Reynolds é Pikachu, o icónico rosto do fenómeno global Pókemon – um dos franchises de entretenimento multi-geracionais mais populares do mundo.

A história começa quando o detetive Harry Goodman desaparece misteriosamente, levando Tim, o seu filho de 21 anos, a investigar o sucedido. Tim conta com a ajuda do antigo parceiro de Harry, o Detetive Pikachu: um super-detetive adorável e hilariantemente cómico, intrigante até para si mesmo. Descobrindo que reúnem condições únicas para trabalhar em conjunto, os dois juntam as suas forças numa aventura emocionante para desvendar o mistério. À luz dos néons de Ryme City – uma vasta e moderna metrópole onde humanos e Pókemons vivem lado a lado – o par vai seguindo pistas e cruzando-se com um elenco diversificado de personagens Pókemon até descobrir uma perturbadora conspiração que pode destruir esta pacífica coexistência e ameaçar o próprio universo Pókemon.

 Pokémon Detetive Pikachu conta também com a interpretação de Justice Smith (“Mundo Jurássico: Reino Caído”) no papel de Tim; Kathryn Newton (“Lady Bird” e da série “Big Little Lies”) é Lucy, uma jovem repórter que investiga a sua primeira grande história; e o nomeado para um Óscar Ken Watanabe (“Godzilla”, “O Último Samurai”), faz de Tenente Yoshida.

Realizado por Rob Letterman (“Goosebumps: Arrepios”, “Monstros Vs. Aliens”), foi produzido por Mary Parent e Cale Boyter da Legendary Pictures, e por Hidenaga Katakami e Don McGowan da Pokémon Company. A produção executiva foi assinada por Joseph M. Caracciolo, Jr., Ali Mendes, Tsunekazu Ishihara, Kenji Okubo e Tohio Miyahara.

A equipa criativa é liderada por Rob Letterman incluiu o diretor de fotografia – já por duas vezes nomeado para um Óscar – John Mathieson (“O Fantasma da Ópera”, “Gladiador”), o director artístico Nigel Phelps (“Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias”); e o montador já vencedor de um Óscar Mark Sanger (“Gravidade”). Os efeitos visuais ficaram a cargo da Moving Picture Company (“Mulher-Maravilha”) e da Framestore (“Guardiões da Galáxia, Vol. 2”).

Lançada em 1996 e obtendo um instantâneo e estrondoso sucesso, a marca Pokémon é um fenómeno global que inclui actualmente um sólido universo de fãs de videojogos com mais de 300 milhões de unidades vendidas em todo o mundo; jogos de cartas disponíveis em 11 línguas com mais de 23,6 mil milhões de cartas vendidas; uma série televisiva de anime que já vai na 21ª temporada disponível em mais de 160 países; e mais de vinte filmes de animação. Conta também com bem como livros, banda desenhada manga, música, brinquedos, merchandise, e apps, incluindo a popularíssima Pokémon GO, que já foi descarregada mais de 850 milhões de vezes e é usada em todo o globo por fãs de todas as idades.

Na versão portuguesa Nuno Markl dá a voz a Pikachu e Rui Porto Nunes será Tim.

Pokémon Detetive Pikachu já nos cinemas, na versão dobrada e legendada.

O que temos para oferecer:

10 Bandeletes LED
10 Lancheiras
4 Headphones
4 sets de Pulseiras de silicone

Para participares só tens de
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Podes participar até dia 30 de Junho, 2019.

Verifica as regras do passatempo aqui: http://8dot5bits.com/regulamentos/

JÁ NOS CINEMAS

Pokémon #DetetivePikachu

© 2019 Pokémon    
© 2019 Legendary and Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.

Debaixo do Radar – Dreamscaper, Overcrowd e 3dSenVR

Uma das minhas ocupações preferidas é descobrir pequenos jogos indie que nos meus olhos se podem transformar em pequenas pérolas. Bem-vindos a debaixo do radar.

Comecemos na terra dos sonhos, Dreamscaper é um intenso RPG rogue-lite onde controlamos Cassidy e viajamos para o seu subconsciente, lutando contra os seus pesadelos para salvá-la de um destino sombrio.

Existem seis níveis distintos e em cada um deles, desvendamos um pouco mais sobre a história de Cassidy e os pesadelos que a atormentam. O sistema de combate permite uma fluidez ao se poder misturar combate melee com ranged ou ate dream powers.

Com um sistema de permadeath temos de ir desbloqueando novas habilidades e armas para conseguirmos batalhar os mortais inimigos e bosses que invadem os sonhos de Cassidy aclarando as brumas que a envolvem.

Dreamscaper ainda não tem uma data prevista

Dreamscaper

Steam

Dos sonhos para a dura realidade temos Overcrowd: A Commute ‘Em Up este é um simulador tático que tem lugar no metro.

Todos os dias milhões de pessoas enchem os metros com tempo contado para chegar ao trabalho, conseguiremos nós construir e manter a estação de metro perfeita?

Em Overcrowd temos de escavar por 4 camadas de terra e desenhar a nossa estação com cuidado de forma a manter a estação a fluir. Com uma grande variedade de equipamento para desbloquear e procurar, Overcrowd oferece uma mistura única de puzzle espacial pensamento estratégico e decisões ao segundo.

Overcrowd: A Commute ‘Em Up Tem uma data prevista para 6 de junho.

Overcrowd

Steam

Para finalizar não temos necessariamente um jogo mas algo para mudar os nossos antigos NES clássicos para algo mais futurístico com 3dSenVR. 3dSenVR é um emulador único que converte os nossos jogos preferidos para 3D e nos deixa joga-los em VR.

Este software esta ainda em early access.

Steam

‘Desbobinar’ – I am the One Who Flops

– Os comentários que se seguem são meramente pessoais e espelham somente a opinião do autor. Se ainda não viu a oitava temporada de Game of Thrones, não prossiga a sua leitura pois corre o texto contém spoilers –

O título da rubrica deste mês é alusivo ao certame que se tem desenrolado ao longo desta década. Refiro-me ao debate entre fãs de Breaking Bad e de Game of Thrones, que têm lutado entre si em conversas de hora de almoço, momentos de lazer, entre outros, pelo título – ou trono – de melhor série da história. Quiçá serem demasiado viciantes tenha tornado esta comparação imaginária como uma inevitabilidade sempre que o tema muda para cinema e TV – contudo, quer pelo conteúdo, como também pelo contexto, é injusto fazê-la.

Aproveitei a questão do debate entre Breaking Bad e Game of Thrones para introduzir aquilo que pretendo abordar. É quase um facto consumado que a última temporada da adaptação de A Song of Ice and Fire desiludiu fãs e, inclusive, o próprio elenco. Algo que não parecia ser possível mas que já tinha dado alguns indícios nos episódios que antecederam o desfecho da narrativa dos sete (agora seis) reinos.

Uma destas personagens ficou com o trono. Adivinhe quem.

A sétima temporada fora menos consistente que as anteriores. A dupla de argumentistas, David Benioff e D.B. Weiss, avançou num ritmo tão frenético que impossibilitou RR Martin de os acompanhar. Isso acabou por deixar os produtores sem um alicerce sólido para se basearem e se confortarem na sua escrita e com razões suficientes para preocuparem os fãs. Contudo, por muita ingenuidade minha, parti com grandes expectativas para a conclusão da série, não tivesse a adaptação de A Song of Ice and Fire preparado caminho para aquele que podia ser um dos acontecimentos mais marcantes de Game of Thrones.

– Mas tudo não passou de uma ilusão –

Kit Harrington praticamente só proferiu duas frases – “I don’t want it (the Iron Throne) e “She’s my queen”

Benioff e Weiss, ou D&D, como os apelidada a comunidade, falharam redondamente, talvez aliciados pelo seu próximo projeto com a Disney. Claro que o facto de terem ultrapassado a narrativa de George R. Martin é um argumento válido, contudo, carece de alguma credibilidade. Foram os próprios que apresentaram a ideia de transformar a trama do escrito norte-americano numa megalómana produção audiovisual e que receberam o aval do próprio autor. Foram os próprios que tiveram o privilégio de ser acompanhados por R. Martin durante o desenvolvimento da série. Foram os próprios que adaptaram desenvolveram as personagens e construíram as suas consequentes estórias. Ora, se assim foi, porque é que grande parte do que fora elaborado até então parece ter sido esquecido deliberadamente, como se os Men in Black tivessem apagado a memória dos argumentistas?

Não menciono o ritmo apressado, uma antítese da formulação lenta e robusta das temporadas anteriores. Com seis episódios, foi um caso natural. Mas a condução da narrativa em direção à conclusão foi, para mim, atabalhoada e forçada por tentarem encaixar material para, no mínimo, mais uma temporada, em pouco mais de sete horas de duração. Além disso, a cada erro apontado pelo público, a dupla Benioff e Weiss justificava-se com a primeira ideia que lhes vinha à cabeça – um pouco como eu fazia aos dez anos e como este vídeo satiriza.

A utilização de Sir Bronn foi um exemplo do desnorte dos argumentistas na oitava temporada.

Num tom menos irónico, a incoerência no percurso e atitudes das personagens, bem como diálogos por vezes sem nexo, repetitivos e parcos em ousadia são aspetos que levaram Game of Thrones a ter um soturno desfecho. Ainda que o final parecesse adequado, faltou coerência e organização prévia para que este fizesse sentido. A estrutura da narrativa desmoronou-se (ou queimou-se) aos pés de Benioff e Weiss, estes já com o foco noutros projetos. Para quem se comprometeu desde o primeiro dia a criar uma narrativa memorável, com um cariz global que nenhuma outra série conseguiu atingir, a displicência de D&D faz com que paire um sentimento de injustiça – agora sim – por não terem rematado a série com a entrega e qualidade de antigamente.

Se realmente se estabelecesse uma competição entre as melhores séries, ganharia, provavelmente, Breaking Bad. Contudo, é uma comparação relativa, como o tempo, e que nele se perde, pois as audiências atualmente deliram com outra produção da HBO, Chernobyl, quase que se esquecendo do desalento que sentiram no início da semana passada. A trama de Walter White é, de facto, uma das mais aditivas e fascinantes estórias da televisão, tal como Game of Thrones foi.

– Mas tudo acabou assim –

Emilia Clarke imitou bem a expressão dos fãs durante a última metade da temporada

Enquanto os argumentistas e produtores de Breaking Bad seguiram as ideias por eles imaginadas, Game of Thrones teve que se adaptar às circunstâncias e trabalhar em algo sobre o qual não foram responsáveis por conceber. D&D foram o perigo, bateram à porta e receberam um grande abraço coletivo de How I Met Your Mother, Lost, Dexter, entre outras tantas que falharam em agradar aos fãs no seu final. Fica um sabor amargo, é certo, mas com uma fotografia e banda sonora que adocica um pouco do marasmo da oitava temporada de Game of Thrones. Quanto a mim, cabe-me esperar pela publicação dos livros e esperar por algo que faça jus a Westeros.

 

 

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